sábado, 22 de abril de 2017

Cristãos podem ser julgados pela sharia

Embora o projeto de lei Hudud ainda não tenha sido aprovado, vários partidos islâmicos lutam para que ele faça parte da Constituição do país
Recentemente, o governo malaio retirou seu apoio a um projeto de lei que tinha como objetivo fazer alterações na Constituição do país. Basicamente, o projeto abre caminho para a introdução do direito penal baseado na sharia (lei islâmica), em estados federais, como Kelantan, por exemplo. A proposta, no entanto, continua a ser apresentada no Parlamento e os políticos que a apoiam não vão desistir facilmente dela. Um deles, inclusive, afirmou que um dos partidos se precipitou em tentar impedir as alterações.
Essa situação tem gerado dúvidas em relação ao posicionamento do governo. “Por outro lado, porém, observadores alertam que esse movimento pode muito bem ser visto como uma tática da liderança política para ganhar votos das minorias étnicas e religiosas. Embora o progresso desse projeto esteja interditado pelo parlamento, a introdução da lei penal da sharia ainda é uma opção para o futuro dos malaios, dependendo somente do resultado das próximas eleições”, disse um colaborador da Portas Abertas.
A discussão acontece desde o ano passado. O projeto de lei se chama Hudud e a tradução dessa palavra árabe significa “restrição”, ou seja, o limite que a lei islâmica impõe sobre as pessoas. Segundo o conceito islâmico, quem ultrapassa esse limite deve ser punido de acordo com a sharia. Mas, de acordo com um especialista em leis, se o projeto realmente for aprovado, resultará em punição desigual para muçulmanos e não muçulmanos, independente do crime ser o mesmo.
No caso dos cristãos que já experimentam um alto nível de perseguição, a situação pode ficar ainda pior. Quem se converte ao cristianismo é acusado de apostasia e de agir contra a própria etnia e nação. Por lei, todo malaio é muçulmano e não tem permissão para seguir outra religião, logo, a conversão ao cristianismo é considerada um crime. Um dos partidos políticos chegou a cogitar a possibilidade de pena de morte para o “crime de apostasia”. Ore pelos nossos irmãos na Malásia.
FonteUCA News
Via: Portas Abertas Brasil

quinta-feira, 20 de abril de 2017

Londres: 423 novas mesquitas e 500 igrejas fechadas




O multiculturalismo está alimentando o fundamentalismo islâmico na Europa


por Jarbas Aragão

Londres: 423 novas mesquitas e 500 igrejas fechadas
“Londres está mais islâmica do que muitos países muçulmanos”, afirmou Maulana Syed Raza Rizvi, um dos pregadores islâmicos que lideram o “Londrestão”, como a jornalista Melanie Phillips chama a capital Inglesa.

Wole Soyinka, Prêmio Nobel de Literatura, chamou recentemente o Reino Unido de “um caldeirão de islâmicos”. Por sua vez o prefeito de Londres, Sadiq Khan, que é muçulmano, tentou minimizar o recente ataque terrorista na cidade. “Os terroristas não suportam o multiculturalismo de Londres”, afirmou.

Parece, na verdade, que o oposto é verdadeiro: o multiculturalismo é o que está alimentando o fundamentalismo islâmico. Um exemplo disso são as 423 novas mesquitas da cidade, que parecem ter sido construídas sobre as ruínas do cristianismo inglês.
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O prédio da Igreja Unida de Hyatt foi comprado pela comunidade egípcia para ser transformado em uma mesquita. A Igreja de São Pedro foi convertida na Mesquita de Madina.

A mesquita de Brick Lane está num prédio que antes abrigava uma igreja metodista. O mais importante é que não são apenas os edifícios que sendo “convertidos”, as pessoas também. O número de adeptos do Islã dobrou nos últimos anos. Também cresce os adeptos do Islã radical, como Khalid Masood, o terrorista que matou pessoas na ponte de Westminster vinha de uma família cristã.

Uma foto recentemente publicada pelo Daily Mail ilustra bem o que se passa no coração de Londres. Ela mostrava uma igreja na mesma rua de uma mesquita. Na Igreja de Santa Maria, com espaço para acomodar mais de mil fiéis, apenas 20 pessoas se reuniram na missa. A poucos metros dali, a mesquita de Brune Street estava superlotada. Ela tem espaço para apenas 100 pessoas. Às sextas-feiras, os seus frequentadores fazem as rezas no meio de rua.

Igrejas vazias na Inglaterra.


Ao que parece, o cristianismo na Inglaterra está se tornando uma relíquia, enquanto o Islã será a religião do futuro.

Em Birmingham, a segunda maior cidade britânica, onde muitos jihadistas vivem e orquestram seus ataques, os minaretes islâmicos dominam a linha do horizonte. A comunidade islâmica pediu à prefeitura permissão para que as mesquitas britânicas chamem os fiéis à oração pelos alto-falantes das mesquitas várias vezes por dia.

Embora cerca de metade dos muçulmanos britânicos tenham menos de 25 anos, um quarto dos cristãos tem mais de 65 anos. “Em mais 20 anos haverá mais locais muçulmanos ativos do que igrejas”, avalia o líder ateísta Keith Porteous Wood.

Em 2020, estima-se que o número de muçulmanos praticantes será de, pelo menos 683.000, enquanto o número de cristãos que participam da igreja cairá para 679.000. “A nova paisagem cultural das cidades inglesas chegou. A paisagem homogeneizada e cristã da religião do Estado está em recuo”, avalia Ceri Peach, da Universidade de Oxford.

Desde 2001, 500 igrejas de Londres de todas as denominações foram vendidas e transformadas em casas particulares ou locais de entretenimento. Durante o mesmo período, as mesquitas britânicas se proliferaram.

Entre 2012 e 2014, a proporção de britânicos que se identificam como anglicanos caiu de 21% para 17%, um decréscimo de 1,7 milhões de pessoas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo respeitado Instituto de Pesquisa Social NatCen, o número de muçulmanos cresceu em quase um milhão.

O número de cristãos praticantes está em declínio a uma taxa tal que dentro de uma geração, serão três vezes menor que os muçulmanos que vão regularmente à mesquita na sexta-feira.

Demograficamente, a Grã-Bretanha vem ficando cada vez mais islâmica. As cidades mais importantes têm grandes populações muçulmanas: Manchester (15,8%), Birmingham (21,8%) e Bradford (24,7%).

Em Birmingham, a polícia desmantelou uma célula terrorista. Em Bradford e Leicester, metade das crianças já são muçulmanas. Em 2015, o nome mais comum na Inglaterra era Mohammed, incluindo variações de ortografia como Muhammad e Mohammad.

Os muçulmanos não precisam se tornar a maioria no Reino Unido; só precisam gradualmente islamizar as cidades mais importantes. Essa mudança já está ocorrendo. “Londrestão” não é um pesadelo de maioria muçulmana, é um híbrido cultural, demográfico e religioso em que o cristianismo declina e o Islã avança.
Tribunais de sharia

A imprensa é parcialmente responsável por isso. Por exemplo, depois do ataque à revista satírica francesa Charlie Hebdo, o chefe do serviço secreto, Sir John Sawers, recomendou a autocensura e “alguma restrição” ao se discutir o Islã. Em muitos casos de atentados, os meios de comunicação evitam a palavra terrorismo e eliminam os aspectos religiosos que geralmente são a motivação dos ataques.

De acordo com um levantamento da revista The Spectator, apenas duas das 1.700 mesquitas na Grã-Bretanha hoje ensinam uma interpretação moderada do Islã, em comparação com 56% nos Estados Unidos. Os wahabitas controlam 6% das mesquitas no Reino Unido, enquanto o ramo fundamentalista Deobandi controla 45%.

De acordo com uma pesquisa do Centro de Conhecimento da Inglaterra, um terço dos muçulmanos que vivem lá não se sente “parte da cultura britânica”.

Como outras capitais na Europa, Londres também está cheia de tribunais da sharia. Há oficialmente 100. O advento deste sistema judicial paralelo foi possível graças à Lei de Arbitragem Britânica e ao sistema de Resolução Alternativa de Disputas.

O primeiro passo para a introdução da sharia foi justamente o discurso de “neutralidade”. Um dos principais juízes britânicos, Sir James Munby, disse que o cristianismo já não influencia os tribunais e que estes devem ser “multiculturais”, o que abriu espaço para a lei religiosa islâmica – que pede a morte dos infiéis – ser vista com naturalidade.

Rowan Williams, ex-arcebispo de Canterbury, e o ministro da Justiça Lord Phillips também sugeriram que a lei britânica deveria “incorporar” elementos da lei da sharia. A cultura britânica está capitulando rapidamente aos fundamentalistas islâmicos, para aceitar suas demandas.

Nas universidades britânicas também pode ser visto o avanço da lei islâmica. As diretrizes oficiais das universidades do Reino Unido agora preveem que “grupos religiosos ortodoxos” podem separar homens e mulheres durante os eventos.

Na Universidade Queen Mary de Londres, as mulheres usam uma entrada separada e são forçadas a sentar-se numa sala sem poder fazer perguntas ou levantar as mãos, como é a norma nos países islâmicos, onde as mulheres têm direitos limitados. 

Com informações Gatestone Institute

Via:


https://noticias.gospelprime.com.br

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Janela 10/40 engloba os países menos evangelizados do mundo

São 62 nações que se fecharam para a mensagem do evangelho e conta com missionários de várias partes do mundo para levar as Boas Novas.Resultado de imagem para JANELA 1040
Muitos cristãos não sabem, mas algumas organizações missionárias trabalham arduamente para levar o evangelho para a região chamada de “Janela 10/40”, considerada como a região menos evangelizada do mundo.

Este nome se deu pela localização dos 62 países que formam um retângulo aos graus 10 e 40 acima da linha do Equador. A região engloba o norte da África, o Oriente Médio e a maioria dos países da Ásia, países dominados pelo islamismo, hinduísmo e budismo.

Entre os ministérios que oferecem apoio missionário nesses locais encontramos a Junta de Missões Mundiais, da Igreja Batista, e também o Portas Abertas que mesmo sem usar este termo realiza trabalhos em muitos desses países.

Para se ter uma ideia da dificuldade de realizar um trabalho de evangelização nesses lugares o Portas Abertas selecionou alguns depoimentos de cristãos que vivem na região.


Um cristão indonésio comemorou a oportunidade que lhe foi dada de participar de uma Escola Bíblica: “A Portas Abertas me capacitou para cumprir meu chamado no serviço a Deus através dessa Escola Bíblica. Deus supriu todas as minhas necessidades em todos os sentidos.”

Já um pastor egípcio comemorou ter recebido sua primeira Bíblia. “Eu cresci em uma vila cristã, mas esta é a primeira vez em 30 anos que recebo uma Bíblia inteira pra usar em minha igreja.”


A situação desses países é tão grande que desses 62 que compõem a Janela 10/40, 43 estão na lista dos países de maior perseguição contra cristãos. Incluindo a Coreia do Norte, Afeganistão, Arábia Saudita, Somália e Irã são os cinco países que mais perseguem os cristãos em todo o mundo.


Cristão vietnamita é atacado pelo próprio irmão





Agora, a família que decidiu não negar a Cristo, está vivendo na casa de um líder cristão, para evitar novas agressões

Khanh* é um cristão de 28 anos que vive na província de Lao Cai, ao norte do Vietnã. Recentemente, ele foi atacado pelo próprio irmão, ficando com a boca ferida e com a cabeça e uma das pernas machucadas. Há cinco anos, ele, a esposa e a filha se converteram ao cristianismo. Desde então, a família se encontra frequentemente com irmãos na fé. Em uma das reuniões, porém, os líderes da aldeia o avisaram para abandonar a fé cristã e que se ele não obedecesse, o governo então cortaria os benefícios sociais que sua família recebe, entre eles, os serviços de saúde e educação.

O líder da aldeia, conhecido como Sr. Duy* também o alertou que seriam expulsos da comunidade se insistissem em acreditar em Jesus Cristo. No dia seguinte, no período da noite, Than*, o irmão do cristão, foi até sua casa a fim de exortá-lo a abandonar a fé. Khanh se recusou e isso deixou seu irmão furioso. Ele então agiu com violência, quebrando alguns objetos da casa e agredindo Khanh. Sua filha também foi atingida durante o ocorrido.

Agora, a família que decidiu não negar a Cristo, está vivendo na casa de um líder cristão, para evitar novas agressões. O Vietnã é a 17ª nação na atual Lista Mundial da Perseguição. Embora o cristianismo seja bem representado (8,3 milhões de cristãos), o governo comunista rejeita-o e protege o budismo. O nível de violência aumentou consideravelmente no último ano, quando o Vietnã era o 20º na Lista, fazendo o país subir três posições. Ore por essa nação.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Fonte:
Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos
www.portasabertas.org.br

terça-feira, 18 de abril de 2017

O EVANGELHO DE JESUS NÃO É TÃO CARO ASSIM.

Mt.7:15 Acautelai_vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, säo lobos devoradores.



1 E também houve entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá também falsos doutores, que introduziräo encobertamente heresias de perdiçäo, e negaräo o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina perdiçäo.
2 E muitos seguiräo as suas dissoluçöes, pelos quais será blasfemado o caminho da verdade.
3 E por avareza faräo de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo näo será tardia a sentença, e a sua perdiçäo näo dormita.







Paulo disse:

Gl.1:8 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.

Copiei do Pastor Manoel Correia
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LANÇAMENTO DO MEU LIVRO, EM BREVE

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