domingo, 30 de dezembro de 2012

Somos pessoas de oração


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Um dos assuntos bíblicos mais importantes e talvez o mais difícil de escrever é a oração. Oração não se explica, oração se vive.

Para o cristão, viver é orar, orar é viver, e isto se dá "em todo tempo". Orar é estar em comunhão com o Pai. Orar é viver um relacionamento significativo com Ele, é viver em constante oração. Pensar em oração é pensar necessariamente num relacionamento entre um Deus amoroso e seus filhos e também entre eles, quando oram ao Pai em favor de seus irmãos.
Certa vez, o teólogo e psicólogo holandês Henry Nouwen, em meio à crise que passava, buscou refúgio em um lugar isolado com o objetivo de orar distante de toda a agitação que lhe cercava. Lá, percebeu um dos pontos importantes acerca da oração. Conforme seu próprio relato: "Algo mudou em mim. Eu não queria mais escrever sobre o coração de Jesus. Em meu próprio coração comecei a discernir um desejo real de falar ao coração de Jesus... um convite para deixar o coração de Jesus tocar profundamente meu próprio coração e curar-me".
No texto de Mateus 11.28-30, percebemos que a oração é um convite a todos que notam sua miserabilidade, cansaço e que desejam descanso para a alma. É o próprio Jesus que nos convida ao encontro de profunda intimidade com o Pai. Não é uma iniciativa humana, fruto de nosso desejo.
O Novo Testamento também nos incentiva à oração comunitária, a oração que se faz em comunhão com o Corpo. Quando olhamos Atos 1.14, percebemos uma Igreja unida, homens e mulheres perseverando em oração.
Mas nem todos perseveraram. Em 1 Coríntios 15.6, Paulo relata que Jesus foi visto por mais de 500 irmãos de uma só vez, mas em Atos 1.15, Pedro se levanta na Assembleia composta por cerca de 120 pessoas. Veja, não são mais 500, agora são apenas 120 perseverando juntos em oração.
Jesus não os obrigou a perseverar, não os intimidou, muito menos negociou a promessa do Pai; pelo contrário, deixou o caminho aberto para todos que desejarem esta promessa, para que venham ao seu encontro. Com o coração manso e humilde, Jesus espera por seus filhos. Em João 6.68, Pedro explicou a razão de não deixar de ir ao encontro do Mestre: "Se não formos a Ti, a quem iremos nós? Só tu tens palavra de vida eterna, para onde iremos?".

O convite do Senhor é claro: "Vinde a mim, todos. Vinde, a fim de que sejamos um, assim como Eu e o Pai somos um". Encontrar-se com Ele em resposta ao seu convite é uma experiência transformadora que nos deixa cada dia mais parecidos com seu Filho, Jesus Cristo.
 
Pr. Ricardo Bitun
Pastor da Igreja Manaim (São Paulo/SP), Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP) e Prof. do Depto. de Ciências da Religião da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Fonte: http://www.portasabertas.org.br

Comemoração do jubileu de Edições Vida Nova reúne 300 pessoas na Igreja Batista de Vila Mariana



Culto, ministrado pelo presidente Richard Julius Sturz Jr., contou com o emocionante depoimento do Fundador e Presidente Emérito Russell P. Shedd, do Vice-Presidente Curtis Alan Kregness e do Diretor Executivo Kenneth Lee Davis


Quem pode presenciar o culto de agradecimento pelos 50 anos de Edições Vida Nova certamente se emocionou com as palavras do Fundador e Presidente Emérito Russell Philip Shedd. Visando a carência da população e com o desejo de poder transmitir a Palavra aos brasileiros por meio de livros de qualidade, o conceituado teólogo evangélico e missionário da Missão Batista Conservadora no Sul do Brasil fundou a editora que neste ano comemora o jubileu.



“A editora começou muito antes de seus idealizadores, muito antes. Começou quando, ainda na Bolívia, ouvia o papai ler um capítulo da Bíblia. Eu tinha três anos, não entendia quase nada. Mas quando papai começou a explicar a Bíblia, à luz de uma vela naquelas aldeias bolivianas, eu comecei a pensar ‘um dia Deus me dará o privilégio de tentar explicar a Bíblia como meu pai explicava’. Agora comecei a entender. E essa capacidade de entender a Bíblia é a razão da Vida Nova. (…) Escolher livros para serem publicados é o privilégio daqueles que esperam que milhares de leitores brasileiros achem que o livro vale a pena ser lido e é por causa da editora Vida Nova que eles existem hoje, com a graça de Deus, surgiram aqueles livros, e das cabeças de seus autores. Dele são todas as coisas, e para Ele”, declarou Dr. Shedd.



O evento aconteceu na Igreja Batista de Vila Mariana, em São Paulo, na noite do último sábado (1º), e reuniu cerca de 300 pessoas entre a equipe de funcionários da Vida Nova e seus familiares, pastores, amigos e convidados que tiveram suas vidas transformadas pelas publicações da editora.



O culto foi ministrado pelo atual presidente da EVN Richard Julius Sturz Jr., e também contou com a participação e depoimentos do Vice-Presidente Curtis Alan Kregness e do Diretor Executivo Kenneth Lee Davis. Junto a eles, o renomado coral da Igreja Batista de Vila Mariana contagiou o público durante o culto, exibindo louvores em homenagem à comemoração.



Edições Vida Nova é referência no mercado evangélico brasileiro, publicando obras que servem principalmente como base acadêmica para grandes estudiosos de Teologia, além de fazerem parte da bibliografia básica de grandes Universidades do país. Mas a editora também atinge às famílias necessitadas da Palavra com obras de fácil entendimento e acessíveis a todos os públicos e idades.



Através da linha Vida Nova Igreja, contribui para a edificação espiritual e familiar dos fieis. São livros como Mulher Cristã, Como evangelizar sua família, O culto segundo Deus, séries Cruciforme e Mangás, Bíblia Esperança e Pecados Intocáveis, que reúnem ensinamentos criteriosamente escritos e publicados nestes 50 anos de história.



Breve histórico da editora



Edições Vida Nova (EVN) teve suas origens em Portugal na década de 50. O missionário Arthur Brown ficou chocado com a falta de livros, comentários e recursos teológicos em português que auxiliassem os pastores desejosos de preparar mensagens que alimentassem seus rebanhos. Brown estava envolvido em muitas atividades. Assim, quando a família Shedd desembarcou em terras lusitanas em 1959, ele achou por bem atribuir a mim os cuidados da nova editora. Eu não tinha motivos para não aceitar a responsabilidade, contudo, depois de lançar alguns poucos títulos, concluí que seria mais vantajoso publicar, no Brasil, obras pesadas como O Novo Comentário da Bíblia e o conhecido O Novo Dicionário da Bíblia. Quando nos certificamos dos custos mais baixos, decidimos nos deslocar para o país continental, que nos recebeu com muito carinho. O sucesso de EVN constituiu motivo de enorme alegria e gratidão a Deus, que tem sustentado financeiramente esta casa e dirigido seus caminhos desde 1962, e ela existe unicamente para a glória Dele.



No início pensamos em retornar a Portugal, depois de fundar uma filial de EVN em São Paulo, mas os planos foram mudados quando decidimos preparar uma Bíblia de estudos que ajudasse os obreiros impossibilitados de cursar uma escola bíblica. Na década de 60, dificuldades na importação do papel para imprimir a Bíblia Vida Nova e problemas com a montagem das páginas retardaram 14 anos o lançamento da obra. Contudo, mesmo frente ao desapontamento de ter de esperar até 1976 pelo lançamento da primeira Bíblia evangélica de estudos em português, nunca duvidamos de que Deus, em sua soberania, controlava os acontecimentos. Após o sucesso da Bíblia Vida Nova e com a surpreendente aceitação de livros como Manual Bíblico e Panorama do Novo Testamento, além dos comentários da Série Cultura Bíblica, EVN entrou em nova fase de crescimento. O sonho de tornar a editora a principal fornecedora de livros de referência para os seminários do Brasil foi realizado na década de 80. Há muitas razões para agradecermos a Deus. Apesar de dificuldades e problemas no passado, EVN continua cumprindo seu papel de fornecer ao mundo evangélico de língua portuguesa o que existe de melhor em obras teológicas.



Sem o incansável apoio de incontáveis colaboradores, EVN nunca teria alcançado o destaque que usufrui atualmente. Faltar-nos-ia espaço para mencionar o nome de todas as pessoas que deram e têm dado tanto de si para manter EVN entre as mais importantes publicadoras evangélicas do Brasil.



Fonte: Lilian Comunica – Assessoria de Imprensa

sábado, 29 de dezembro de 2012

Musical "Experiência com Deus" reúne integrantes de várias igrejas evangélicas



Integrantes de várias igrejas evangélicas de São Luís participam nesta sexta-feira (28) e sábado (29) do musical "Experiência com Deus", no Teatro Arthur Azevedo (Centro), a partir das 20h. O espetáculo, que é coordenado pela 1ª Igreja Batista do Maranhão, tem entrada franca.

O musical pretende aproximar a igreja e a comunidade por meio da música. Ao todo, 70 vozes e 24 instrumentos fazem parte da orquestra. O trabalho começou no início do ano.

“Juntar vozes de corais da igreja, de crianças, músicos de várias outras igrejas dá um certo trabalho, mas fica fácil a partir do momento que temos um sentimento comum”, disse o coordenador do musical, Jair dos Santos Oliveira.

Para formar o corpo do espetáculo, que conta com a participação de cerca de 150 pessoas, integrantes da Escola de Música do Maranhão decidiram participar junto com integrantes de outras igrejas. Esta é a primeira vez que o espetáculo será apresentado fora da igreja.

Os ensaios foram baseados no livro "Conhecendo Deus e fazendo a sua Vontade". As duas noites serão de música clássica com um sotaque maranhense.

“Estamos prontos e temos preparado o verdadeiro sentido de vida, que é Cristo em nós. Isso, na verdade, é o que vale à pena para nossa cidade. Quem for ao teatro vai conferir música clássica com um jeito bem brasileiro e, sobretudo, bem maranhense”, afirmou o produtor musical Zeca Maranhão.

Fonte: G1
Via: http://libertosdoopressor.blogspot.com.br

Nosso objetivo maior é a glória de Deus


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E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.  2 Coríntios 3.18
Durante o período de recesso em nosso escritório publicaremos no site textos especiais, um por dia, sobre a Igreja Perseguida. Este texto foi originalmente escrito para o Fanzine do underground, o ministério de jovens da Portas Abertas, sobre os nossos Valores Centrais. Se quiser saber mais sobre eles, acesse o link:http://www.portasabertas.org.br/about/valores/
Diferente de Moisés, não precisamos usar o véu sobre o rosto (2 Co 3.13), Moisés decidiu usá-lo porque o brilho da glória foi desaparecendo, e ele não queria que o povo o percebesse, isso porque o brilho dependia da exposição de Moisés à glória de Deus. Uma vez que ele não estava mais exposto, porque teve de descer do monte, o brilho foi, naturalmente, desaparecendo.

E por que não precisamos usar esse véu? Porque a gente está sempre diante da glória do Senhor, não precisamos ir a nenhum lugar especial para ficar exposto à glória do Senhor, a gente pode e deve estar o tempo todo diante da glória do Senhor, logo, depende só da gente, só não fica exposto à glória do Senhor quem não quiser.


E como a gente faz para expor-se e manter-se exposto? A gente já está exposto, portanto, a primeira coisa que devemos desenvolver é essa consciência, estamos sempre diante da glória do Senhor, tudo o que a gente pensa, fala e faz é diante Dele. Em segundo lugar, temos de transformar tudo que pensamos ou fazemos num culto ao Senhor, conscientes de que pensando ou agindo estamos sempre diante Dele, daí a gente tem de se portar de modo digno de quem está na presença do Senhor, logo, certos pensamentos e sentimentos têm de ser rechaçados de cara (Ef 4.31; Cl 3.5-9), porque não são dignos de quem está na presença da glória do Senhor, e tudo que fizermos tem de ser do jeito que Deus gosta (Cl 3.23).


O que é a glória do Senhor? É a forma como o Senhor se mostra a nós. Contemplamos a glória do Senhor e somos transformados à imagem Dele. Porém, olhamos a glória do Senhor como quem se olha no espelho e a gente se olha no espelho para se acertar, logo, contemplar a glória do Senhor é olhar para a imagem com a qual ele se nos apresenta de modo a nos acertarmos a partir dessa imagem, para ser cada vez mais parecido com a imagem que estamos vendo.
De que forma o Senhor se apresenta a nós? Segundo Apocalipse 5:6, como cordeiro. Quando o ancião se aproximou de João para dizer-lhe que não precisava mais chorar, disse-lhe que o Leão da tribo de Judá havia vencido e estava apto para tomar o livro e abrir-lhe os selos, porém, quando João se levantou para ver o leão, viu o Cordeiro. Jesus, para o céu, é o Leão, mas, para nós é o Cordeiro, aliás, em Apocalipse Jesus é citado como leão uma vez e, como Cordeiro, 31 vezes. Jesus se apresenta a nós a partir de sua humilhação e apresenta a sua humilhação como modelo de vida para nós, como disse Paulo em Filipenses 2.5-8. Jesus sempre se apresenta a nós como Cordeiro e demanda que a gente viva também como cordeiro e viver assim é que é adorar ao Senhor.
Pr Ariovaldo Ramos
Fonte: http://www.portasabertas.org.br

João Kolenda Lemos é chamado de volta ao lar


João Kolenda Lemos e Ruth Dorris Lemos abriram
clareiras para o ensino teológico no meio assembleiano
Fujo à regra, no blog, para anunciar o falecimento do pastor João Kolenda Lemos, que, ao lado de sua saudosa esposa, Ruth Dorris Lemos, fundou e dirigiu por muitos anos o Instituto Bíblico das Assembléias de Deus, localizado em Pindamonhangaba, SP, aonde tive o privilégio de estudar nos idos de 71/72.

Conheci-o na minha infância. Lembro-me de ter atravessado a Baía de Guanabara, do Rio de Janeiro para Niterói, na mesma embarcação em que ele estava, juntamente com o pastor Mark Lemos ainda garoto, por ocasião da AGO da CGADB realizada em Fonseca. Não tive coragem de me aproximar para cumprimentá-lo, mas ali já ardia no meu coração adolescente o desejo de ser aluno naquela instituição, onde, mais tarde, aos 17 anos, ingressei, e onde, também, conheci a minha esposa, Debora Couto, com quem me casei tendo como padrinhos nada menos do que o casal João Kolenda Lemos e Ruth Dorris Lemos.

Tive a alegria de contar com professores do naipe de João Kolenda Lemos, Ruth Dorris Lemos, João de Oliveira, José Ezequiel da Silva, Julius Olson, Bertha Olson e muitos outros, além de conviver com o pioneiro da literatura pentecostal, Orlando Boyer.

Como costumo dizer, embora seja uma perda temporária, pois, se Deus quiser, haveremos de reencontrá-lo na glória, é uma dor que dói mais profundamente pelo que o pastor João Kolenda Lemos representou para milhares de alunos que passaram pelo IBAD, bem como para outros líderes que receberam os reflexos de seu ensino e exemplo.

Confesso que estou profundamente triste, ao mesmo tempo em que agradeço a Deus por tê-lo como um de meus mentores. Não posso deixar de registrar que o IBAD foi, naquela época, um marco para a juventude assembleiana mediante o exemplo de alunos que por lá passaram, como Eliel de Carvalho, Elienai Cabral, Otoniel e Oziel, João de Souza Filho e muitos outros cujos nomes me fogem, os quais inspiraram milhares de outros, entre eles eu, a seguirem os seus passos e se matricularem na única instituição teológica em regime de internato das Assembleias de Deus.

O corpo estará sendo velado neste sábado a partir das 9:00hs, na capela do IBAD. O culto de gratidão a Deus pela vida do missionário será celebrado às 14:00hs e o sepultamento está previsto para 16:00hs, no Cemitério Municipal de Pindamonhangaba.

Os nossos sentimentos aos filhos, genros e nora: Mark, Rebekah, Rachel, Helba, Samuel Câmara e Cláudio Rogério, bem como aos netos e bisnetos.

Espero revê-lo brevemente no céu.
FONTE: http://geremiasdocouto.blogspot.com.br

LANÇAMENTO DO MEU LIVRO, EM BREVE

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