quarta-feira, 4 de março de 2015

Pastor iraniano é libertado da prisão, outros ainda permanecem presos

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Após ter ficado preso por mais de um ano, acusado de “conspirar contra o governo do país” e “pregar o Evangelho”, o pastor iraniano Rasoul Abdollahi foi liberto da prisão. Outros cristãos, que foram detidos no mesmo dia que ele, permanecem na prisão
Abdollahi, líder do movimento de igrejas domésticas do Irã, foi preso no dia 26 dezembro de 2010 e liberto no dia 16 de fevereiro desse ano. Sua detenção aconteceu no mesmo dia que um grande número de cristãos foi preso, durante uma repressão generalizada sobre as atividades da Igreja no Irã.
Segundo a agência de notícias Middle East Concern, sua libertação aconteceu mediante condições restritas, que impedem que ele participe de atividades cristãs; qualquer violação de tais imposições pode causar uma nova detenção e o cumprimento de sua sentença original.
O líder cristão foi inicialmente preso pelo Ministério de Inteligência do Irã. Ele foi detido e interrogado durante dois meses antes de ser libertado sob fiança e depois condenado a três anos de prisão em dezembro de 2013. Abdollahi, junto com o reverendo Farshid Fathi e outros cristãos detidos por sua fé, foi enviado para a prisão de Evin, em Teerã.
Farshid Fathi ainda na prisão
Nascido em uma família muçulmana no Irã, Fathi se tornou cristão aos 17 anos. Em 2010, ele trabalhava como pastor em tempo integral e era líder de uma rede de igrejas domésticas no Irã. Agora, aos 35 anos, ele é casado e tem dois filhos pequenos, e foi separado de sua família desde o Natal de 2010.
Em 2012, Fathi foi condenado a seis anos de prisão, depois de 15 meses de detenção. O Ministério de Assuntos Exteriores do Reino Unido classificou as condições de sua prisão como "rigorosas".
Em abril de 2014, Fathi sofreu uma fratura no pé após ter sido espancado por agentes de segurança durante um ataque aos presos políticos em Evin. Em dezembro do ano passado Fathi recebeu uma sentença adicional de um ano de prisão.
Fonte: World Watch Monitor
Tradução: Grace Gil
Via: www.portasabertas.org.br

terça-feira, 3 de março de 2015

Assírio relata drama de fuga durante ataque do Estado Islâmico

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Em entrevista à agência de notícias AFP, Danny Jano contou que, ao saber que os jihadistas do grupo Estado Islâmico se aproximavam de sua aldeia no nordeste da Síria, ele teve de fugir de pijama, com sua mulher e as duas filhas


Aterrorizada, a família Jano tinha uma única coisa em mente: chegar a um lugar seguro o mais rápido possível sem ser apanhada, como muitos outros cristãos assírios.
Contatado por telefone na cidade de Hassake (nordeste), o homem de 35 anos contou à AFP que os combates começaram na segunda-feira (23) às 4h da manhã. "Nós ouvimos o som de armas automáticas e bombardeiros durante sete horas, assustados, antes de decidirmos abandonar nossa casa", contou.
"Tomamos essa decisão porque sabíamos que o Daech (sigla em árabe para EI – Estado Islâmico) já estava muito perto de nossa aldeia", Tall Missas, agora nas mãos dos jihadistas.
A fuga dos aldeões se deu em carros e tratores. "Eu coloquei três crianças na minha moto e me juntei ao comboio", contou Danny Jano, um alfaiate, indicando que levou cinco horas para percorrer 30 km e entrar em Hassake.
"Foram as mais longas e difíceis horas da minha vida, porque éramos alvos de franco-atiradores e um morteiro atingiu um carro", relatou.
Descrevendo a escapada com sua família, Jano assegura que "todos tinham medo por suas vidas", mas que "não pensamos duas vezes". "Partimos em pijamas sem olhar para trás, sem parar, até chegarmos aqui".
O EI lançou um ataque na segunda-feira contra uma série de vilas e aldeias de Haut Khabur, sequestrando 220 cristãos assírios e tomando o controle de dez aldeias da região de Tall Tamr, no noroeste da província de Hassake, de acordo com o OSDH (Observatório Sírio para os Direitos Humanos).
Yokhana Harun, líder do ramo sírio do Partido Democrático Assírio, afirmou à AFP que 1.100 famílias que conseguiram fugir foram acomodadas e assistidas. Harun, que falava de um ponto de encontro para os refugiados em Hassake, acrescentou que "as pessoas chegaram exaustas e desamparadas".
"É um crime contra os assírios pacíficos. Eles [EI] acabaram com a coexistência, a civilização e a história, e a comunidade internacional olha para tudo isso em silêncio. É um massacre", disse ele.
Em Qamishli, no nordeste da cidade de Hassake e perto da fronteira com a Turquia, 200 famílias que fugiram do EI encontraram abrigos temporários, de acordo com Jean Tolo, um funcionário da Organização assíria de Socorro e Desenvolvimento.
"Eles chegaram em um estado mental terrível", declarou à AFP por telefone, informando que "já faz três dias que famílias chegam continuamente" em Qamishli.
Cerca de 30 mil assírios viviam na Síria antes do início do conflito, o que representa 2,5% dos 1,2 milhão de cristãos. A maioria deles vivia perto do rio Khabur, na província de Hassake, um território atualmente dividido entre as forças curdas e o EI, enquanto o exército legalista está presente na capital provincial.
O EI é conhecido por sua brutalidade contra as minorias na Síria e no Iraque. "Este é um crime indizível. Eles queimaram casas, igrejas, mataram e sequestraram famílias, tudo isso por quê? Esta é uma pergunta que eu não tenho a resposta", diz Danny Jano. Apesar disso ele afirma: "Vamos voltar para casa. Se não for amanhã, será depois de amanhã".

Leia tambémNúmero de cristãos capturados pelo Estado Islâmico na Síria sobe para 220
 
Fonte: UOL Notícias
Via: Portas Abertas 

domingo, 1 de março de 2015

MUNDO MUÇULMANO - O perdão é a solução!!!


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A forte expansão do extremismo islâmico ao redor do mundo tem sido tema de discussão em diversos canais de comunicação e fóruns de organizações representantes da sociedade civil. Muitos falam sobre o papel dos governantes em situações como essa, e ainda sobre os direitos humanos e a intolerância que gera violência. Mas, como a Igreja Perseguida deve reagir a tudo isso? No texto a seguir, quem responde a essa questão é o Irmão André
Nesse tempo de ministério, já presenciei muitas tragédias. Há alguns anos, milhares de cristãos foram expulsos de uma pequena cidade por extremistas islâmicos. Quando chegamos naquele lugar, percebemos a destruição que acontecera.
Numa única noite, os muçulmanos passaram na cidade e incendiaram todas as propriedades dos cristãos. Destruíram suas casas, bicicleta, plantações, caminhões, igreja, hospital, o prédio do Exército da Salvação, tudo! Quinze mil cristãos perderam tudo. Dá para imaginar? Que reação eles deveriam ter diante dessa crueldade? Como podemos ousar pregar a cruz diante daquilo? Que reação nós teríamos no lugar deles? É nossa natureza querer pagar o mal com o mal, mas Jesus nos ensina algo diferente.
Por isso, quando chegamos à cidade, convocamos uma reunião com as pessoas numa tenda grande. Os cristãos vieram, mas também os muçulmanos, a polícia, os soldados e dois funcionários do governo.
Eu fui o pregador. Abri meu Novo Testamento e comecei a ler Mateus 5.1-12. Virei a página e li mais um versículo: “Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (Mt 6.14-15).
Estava diante de uma cidade que foi toda queimada em uma noite e li isso para eles. Fiz isso porque perdão é a solução. Mas será que a Bíblia para por aí? Não! A Palavra de Deus segue muito além.
Então eu disse a todos eles: “Jesus foi crucificado para levar o pecado de todos, não importa a que religião você pertença. Pregá-lo naquela cruz foi uma coisa terrível que os inimigos de Cristo fizeram a ele. Em Lucas 23.34a Jesus disse: ‘Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo’. Imagine aquela multidão irada, o povo queria destruir Jesus. Aqui também existe uma multidão irada que quer destruir os cristãos, que mata os pastores e queimam as igrejas. Nenhuma das duas multidões enraivecidas pediu perdão, porém, quando olhamos para a cruz, vemos Jesus dizendo: ‘Pai, perdoa-lhes’.”
Naquele momento, apresentei um argumento importante. Claro que os muçulmanos não estavam pedindo perdão, só queriam se livrar das igrejas, mas eu estava ensinando aos cristãos que devemos perdoar. Porque a vida segue e amanhã será outro dia; se não conseguirmos perdoar, a amargura se apoderará do nosso coração. Por isso terminei dizendo: “Nós cristãos perdoamos vocês pelo que aconteceu aqui, porque é o que Jesus nos ensinou na cruz.” Foi uma oportunidade de apresentar a cruz aos muçulmanos.
Depois da reunião, o ministro da justiça veio até meu intérprete e disse: “Eu queria uma cópia desse sermão! Nunca ouvi nada assim na minha vida!” E sendo um juiz, ele sabia bem o que era perdoar ofensores. Ele nunca tinha ouvido que podemos perdoar alguém que não pediu perdão.
Mas podemos, porque temos que dar um passo muito mais adiante do que qualquer outro grupo nesse mundo. Este é o caminho da cruz de Jesus. É assim que devemos ser reconhecidos no mundo. Temos que amar e perdoar; é dessa maneira que conseguiremos ganhar o mundo muçulmano para Cristo.
Trecho escrito pelo Irmão André – fundador da Portas Abertas Internacional – Livro Lições de Perseverança.
*Na versão original, o autor não cita o país em questão por motivos de segurança.
Fonte!Fanzine underground
https://www.portasabertas.org.br

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Esposa de David Miranda assume a presidência da Igreja Pentecostal Deus é Amor



O fundador da denominação faleceu no último sábado (21/02/2015) após sofrer um infarto
A Igreja Pentecostal Deus é Amor (IPDA) divulgou uma pequena nota em sua página no Facebook informando que a irmã Ereni Oliveira de Miranda, viúva do missionário David Miranda, assume a presidência da denominação.
Fundada em 1962, a IPDA sempre foi presidida por seu fundador que trabalhava ativamente nas decisões referentes a igreja, além de pregar e apresentar programas na rádio.

David Miranda faleceu no último sábado (21) após sofrer um infarto. O culto fúnebre aconteceu durante o domingo, segunda e a manhã da terça-feira quando o corpo saiu do Templo da Glória de Deus, sede da denominação em São Paulo, e foi levado ao Cemitério Jardim Horto Florestal, na Zona Norte da capital paulista.

Milhares de fiéis participaram do culto e prestaram uma última homenagem ao líder religioso, o Estado de São Paulo disponibilizou ainda um carro dos Bombeiros para que o corpo de David Miranda fosse transportado da igreja para o cemitério sendo acompanhado por batedores e carros da polícia também foram disponibilizados para fazer o cortejo. Os fiéis seguiram o caminhão que transportava o corpo em carreata até o cemitério.
Irmã Ereni era vice-presidente da IPDA e agora assume como presidente da igreja e deve contar com a ajuda de seus filhos David Miranda Filho, Daniel Miranda, Débora Miranda de Almeida e Léia Miranda. O site da IPDA já anuncia cultos ministrados pelo pastor David Miranda Filho, que será o líder espiritual da igreja, e em outros sites Débora Miranda de Almeida aparece como proprietária da denominação.

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Fonte: GospelPrime por Leiliane Roberta Lopes




1936 - 2015
De acordo com a reportagem da jornalista Juliana Deodoro, da Revista Veja, a causa do infarto do missionário David Miranda, segundo informações da família, foi um trote de sequestro das filhas que levou o pai a passar mal. Ele era hipertenso e tomava medicamentos para o controle da pressão. Ao tomar conhecimento do telefonema, o filho mais velho, Pastor David de Oliveira Miranda ligou para as irmãs a fim de checar a veracidade do sequestro. Elas estavam bem. Levado às pressas para o Hospital São Camilo, o missionário não resistiu e faleceu.
acesse continuação da leitura na fonte


"Eu estou vivendo agora mesmo na confiança, nos braços do Pai, porque pela minha força eu não sei o que seria de mim. Falta metade de mim agora, não estou mais inteira, não me sinto mais inteira, porque era uma carne só. Isso é um mistério de Deus, isso. Eu sinto que a metade de minha carne foi levada, então só Deus mesmo, agora, para suprir esta parte que foi levada de mim (...) Nem precisa eu falar, eu sei que tenho um Deus que tudo pode, por isso, estou quietinha no meu lugar, confiando, estou tranquila, porque sei que Deus está tomando conta de tudo. Nada vai perecer, ele vai me dar forças para prosseguir nesta jornada. Os carentes vão continuar recebendo ajuda da Fundação, as crianças não serão desamparadas, os velhinhos terão ajuda, porque a obra continua, porque o mesmo Deus que era do Missionário é nosso Deus também"(Ereni Miranda) Excerto da palavra da Presidente no Youtube .
E por que a eleita à Presidência foi a viúva Ereni Miranda?

O primogênito do casal David e Ereni Miranda, é um pastor que se separou, ou divorciou, da primeira esposa. O segundo filho, também pastor, segundo comentário recebido, supondo de membro da própria Deus é Amor, também é separado ou divorciado da esposa. Sobre os dois genros, um deles também se separou da filha mais nova o Missionário e o outro genro, continua casado com a cantora Débora Miranda.

Conclusão: o Ministério e a Igreja Deus é Amor nunca iriam aceitar um líder divorciado ou separado da esposa como Presidente da Igreja Pentecostal Deus é Amor. Por esta razão, não havia outro nome mais forte para a sucessão do que o da vice-presidente, Irmã Ereni Miranda. O cargo de vice-presidente que ela exercia, estrategicamente, já mostrava uma posição ministerial bem clara, talvez planejada e antevista pelo Missionário David Miranda.

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Fonte: Olhar Cristão - João Cruzué

Via: aquieuaprendi.blogspot.com.br/

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Estado Islâmico volta a atacar cristãos e sequestra mais de 90 fiéis de povoado na Síria





As ações terroristas do Estado Islâmico mais uma vez tiveram como alvo cristãos. A nova investida contra “o povo da Cruz” aconteceu no nordeste da Síria, onde pelo menos 90 fiéis foram sequestrados na última segunda-feira, 23 de fevereiro.

A informação foi anunciada nesta terça-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). Os jihadistas atacaram dois povoados com maioria cristã na província de Hasake. As duas localidades eram controladas por forças militares curdas, segundo informações do G1.

A OSDH, que é sediada na Inglaterra, informou que não há notícias do destino dos reféns: “Na segunda-feira, o EI atacou Tal Shamiran e Tal Hermuz, duas localidades assírias da província de Hasake, e levou 90 moradores”, afirmou Rami Abdel Rahman, diretor da OSDH, em entrevista à agência France Presse.

Os cristãos assírios sequestrados são fiéis nestorianos, uma corrente do cristianismo condenada pelo concílio de Éfeso no ano 431 por suas divergências sobre a natureza de Cristo. Essa corrente também possui seguidores no Iraque.

A província de Hasake vem sendo atacada pelo Estado Islâmico, que busca tomar o controle da região das mãos dos curdos. Alguns dos povoados já foram tomados pelos terroristas, apesar de as forças militares que apoiam o governo da Síria resistirem ao avanço dos extremistas muçulmanos.

Os curdos se organizaram em milícias, chamadas YPG, com o objetivo de manter a província de Hasake sob o domínio do governo sírio, e também com a intenção de expulsar o Estado Islâmico da cidade de Tal Hamis, que tem sido bombardeada pelos Estados Unidos. Até agora, a YPG já assumiu o controle de 43 povoados em duas províncias diferentes. 

Gospel+
via>http://www.franciscoevangelista.com/2015/02/estado-islamico-volta-atacar-cristaos-e.html

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