sexta-feira, 6 de março de 2015

Candura refrescante
…aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, […] será bem-aventurado no que realizar. —Tiago 1:25

Leitura: João 4:7-26 
A Bíblia em um ano: Números 28-30;Marcos 8:22-38
Das muitas coisas que amo em minha mãe, a principal pode ser a sua candura. Muitas vezes, telefonei-lhe para pedir sua opinião a respeito de determinado assunto e ela sempre respondeu “Não peça minha opinião a menos que queira ouvi-la. Não vou tentar descobrir o que você quer ouvir. Vou dizer-lhe o que realmente penso.”
Num mundo em que as palavras são cuidadosamente analisadas, sua abordagem direta é refrescante. Ela é, também, uma das características de um verdadeiro amigo. Os amigos sinceros nos falam a verdade em amor — mesmo não sendo o que queremos ouvir. Como diz o provérbio, “Leais são as feridas feitas pelo que ama…” (Provérbios 27:6).
Esse é um dos motivos pelos quais Jesus é o maior de todos os amigos. Quando encontrou a mulher no poço (João 4:7-26), Ele se recusou a deixar-se envolver numa discussão sobre questões secundárias. Em vez disso, abordou diretamente as mais profundas questões e necessidades do coração dela. Ele a confrontou a respeito do caráter do Pai e, amorosamente, falou-lhe sobre seus sonhos desfeitos e suas profundas decepções.
Ao caminharmos com o nosso Senhor, vamos permitir que Ele fale candidamente à verdadeira condição de nossos corações por meio das Escrituras — e que possamos recorrer a Ele e encontrar a Sua graça para nos ajudar em nossos momentos de necessidade.

Jesus sempre nos diz a verdade.
Fonte:

quinta-feira, 5 de março de 2015

Fim de semana da Igreja Perseguida

          Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos
        ORE, DIVULGUE E PARTICIPE!!!
Fim de Semana da Igreja Perseguida promove a causa dos cristãos perseguidos aos cristãos livres de perseguição de diferentes regiões do país. Ao conhecer os ministérios da Portas Abertas Brasil, a Igreja brasileira é desafiada a se engajar de uma maneira mais específica com a Igreja Perseguida. Assim, o Fim de Semana da Igreja Perseguida leva ao cristão livre de perseguição a realidade de irmãos e irmãs que vivem essa realidade.
Os coordenadores de todos os ministérios da Missão Portas Abertas estarão presentes no evento compartilhando as experiências que tiveram em suas viagens de campo e também mobilizando irmãos a se envolverem com as atividades da causa da Igreja Perseguida.
Confira a agenda:
14/03
Assembleia de Deus Ministério Kairos
Horário:
 14h as 17h - Workshop
Rua São Francisco Xavier, 94 – Tijuca
Rio de Janeiro – RJ
15/03
Igreja Batista Central do Fonseca
Horário:
 9h
Rua Magnólia Brasil, 18 – Fonseca
Niterói – RJ
Primeira Igreja Batista no Bairro Ideal
Horário:
 10h
Rua Castelo de Guimarães, 641
Rio de Janeiro – RJ
Igreja Batista em Xerém
Horário:
 10h
Rua Ernani Pinheiro, 13 – Xerém
Duque de Caxias-RJ
1ª Igreja do Nazareno em Nilópolis
Horários:
 17h e 19h
Rua João Pessoa, 1469 – Centro
Nilópolis – RJ
Igreja Batista no Moneró
Horário:
 18h
Estr. Gov. Chagas Freitas, 750 – Galeão
Rio de Janeiro – RJ
Igreja Evangélica Assembleia de Deus Ministério Jesus Vem
Horário:
 19h
Estrada Intendente Magalhães, 825 – Vila Valqueire
Rio de Janeiro – RJ
Fonte: https://www.portasabertas.org.br/

quarta-feira, 4 de março de 2015

Pastor iraniano é libertado da prisão, outros ainda permanecem presos

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Após ter ficado preso por mais de um ano, acusado de “conspirar contra o governo do país” e “pregar o Evangelho”, o pastor iraniano Rasoul Abdollahi foi liberto da prisão. Outros cristãos, que foram detidos no mesmo dia que ele, permanecem na prisão
Abdollahi, líder do movimento de igrejas domésticas do Irã, foi preso no dia 26 dezembro de 2010 e liberto no dia 16 de fevereiro desse ano. Sua detenção aconteceu no mesmo dia que um grande número de cristãos foi preso, durante uma repressão generalizada sobre as atividades da Igreja no Irã.
Segundo a agência de notícias Middle East Concern, sua libertação aconteceu mediante condições restritas, que impedem que ele participe de atividades cristãs; qualquer violação de tais imposições pode causar uma nova detenção e o cumprimento de sua sentença original.
O líder cristão foi inicialmente preso pelo Ministério de Inteligência do Irã. Ele foi detido e interrogado durante dois meses antes de ser libertado sob fiança e depois condenado a três anos de prisão em dezembro de 2013. Abdollahi, junto com o reverendo Farshid Fathi e outros cristãos detidos por sua fé, foi enviado para a prisão de Evin, em Teerã.
Farshid Fathi ainda na prisão
Nascido em uma família muçulmana no Irã, Fathi se tornou cristão aos 17 anos. Em 2010, ele trabalhava como pastor em tempo integral e era líder de uma rede de igrejas domésticas no Irã. Agora, aos 35 anos, ele é casado e tem dois filhos pequenos, e foi separado de sua família desde o Natal de 2010.
Em 2012, Fathi foi condenado a seis anos de prisão, depois de 15 meses de detenção. O Ministério de Assuntos Exteriores do Reino Unido classificou as condições de sua prisão como "rigorosas".
Em abril de 2014, Fathi sofreu uma fratura no pé após ter sido espancado por agentes de segurança durante um ataque aos presos políticos em Evin. Em dezembro do ano passado Fathi recebeu uma sentença adicional de um ano de prisão.
Fonte: World Watch Monitor
Tradução: Grace Gil
Via: www.portasabertas.org.br

terça-feira, 3 de março de 2015

Assírio relata drama de fuga durante ataque do Estado Islâmico

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Em entrevista à agência de notícias AFP, Danny Jano contou que, ao saber que os jihadistas do grupo Estado Islâmico se aproximavam de sua aldeia no nordeste da Síria, ele teve de fugir de pijama, com sua mulher e as duas filhas


Aterrorizada, a família Jano tinha uma única coisa em mente: chegar a um lugar seguro o mais rápido possível sem ser apanhada, como muitos outros cristãos assírios.
Contatado por telefone na cidade de Hassake (nordeste), o homem de 35 anos contou à AFP que os combates começaram na segunda-feira (23) às 4h da manhã. "Nós ouvimos o som de armas automáticas e bombardeiros durante sete horas, assustados, antes de decidirmos abandonar nossa casa", contou.
"Tomamos essa decisão porque sabíamos que o Daech (sigla em árabe para EI – Estado Islâmico) já estava muito perto de nossa aldeia", Tall Missas, agora nas mãos dos jihadistas.
A fuga dos aldeões se deu em carros e tratores. "Eu coloquei três crianças na minha moto e me juntei ao comboio", contou Danny Jano, um alfaiate, indicando que levou cinco horas para percorrer 30 km e entrar em Hassake.
"Foram as mais longas e difíceis horas da minha vida, porque éramos alvos de franco-atiradores e um morteiro atingiu um carro", relatou.
Descrevendo a escapada com sua família, Jano assegura que "todos tinham medo por suas vidas", mas que "não pensamos duas vezes". "Partimos em pijamas sem olhar para trás, sem parar, até chegarmos aqui".
O EI lançou um ataque na segunda-feira contra uma série de vilas e aldeias de Haut Khabur, sequestrando 220 cristãos assírios e tomando o controle de dez aldeias da região de Tall Tamr, no noroeste da província de Hassake, de acordo com o OSDH (Observatório Sírio para os Direitos Humanos).
Yokhana Harun, líder do ramo sírio do Partido Democrático Assírio, afirmou à AFP que 1.100 famílias que conseguiram fugir foram acomodadas e assistidas. Harun, que falava de um ponto de encontro para os refugiados em Hassake, acrescentou que "as pessoas chegaram exaustas e desamparadas".
"É um crime contra os assírios pacíficos. Eles [EI] acabaram com a coexistência, a civilização e a história, e a comunidade internacional olha para tudo isso em silêncio. É um massacre", disse ele.
Em Qamishli, no nordeste da cidade de Hassake e perto da fronteira com a Turquia, 200 famílias que fugiram do EI encontraram abrigos temporários, de acordo com Jean Tolo, um funcionário da Organização assíria de Socorro e Desenvolvimento.
"Eles chegaram em um estado mental terrível", declarou à AFP por telefone, informando que "já faz três dias que famílias chegam continuamente" em Qamishli.
Cerca de 30 mil assírios viviam na Síria antes do início do conflito, o que representa 2,5% dos 1,2 milhão de cristãos. A maioria deles vivia perto do rio Khabur, na província de Hassake, um território atualmente dividido entre as forças curdas e o EI, enquanto o exército legalista está presente na capital provincial.
O EI é conhecido por sua brutalidade contra as minorias na Síria e no Iraque. "Este é um crime indizível. Eles queimaram casas, igrejas, mataram e sequestraram famílias, tudo isso por quê? Esta é uma pergunta que eu não tenho a resposta", diz Danny Jano. Apesar disso ele afirma: "Vamos voltar para casa. Se não for amanhã, será depois de amanhã".

Leia tambémNúmero de cristãos capturados pelo Estado Islâmico na Síria sobe para 220
 
Fonte: UOL Notícias
Via: Portas Abertas 

domingo, 1 de março de 2015

MUNDO MUÇULMANO - O perdão é a solução!!!


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A forte expansão do extremismo islâmico ao redor do mundo tem sido tema de discussão em diversos canais de comunicação e fóruns de organizações representantes da sociedade civil. Muitos falam sobre o papel dos governantes em situações como essa, e ainda sobre os direitos humanos e a intolerância que gera violência. Mas, como a Igreja Perseguida deve reagir a tudo isso? No texto a seguir, quem responde a essa questão é o Irmão André
Nesse tempo de ministério, já presenciei muitas tragédias. Há alguns anos, milhares de cristãos foram expulsos de uma pequena cidade por extremistas islâmicos. Quando chegamos naquele lugar, percebemos a destruição que acontecera.
Numa única noite, os muçulmanos passaram na cidade e incendiaram todas as propriedades dos cristãos. Destruíram suas casas, bicicleta, plantações, caminhões, igreja, hospital, o prédio do Exército da Salvação, tudo! Quinze mil cristãos perderam tudo. Dá para imaginar? Que reação eles deveriam ter diante dessa crueldade? Como podemos ousar pregar a cruz diante daquilo? Que reação nós teríamos no lugar deles? É nossa natureza querer pagar o mal com o mal, mas Jesus nos ensina algo diferente.
Por isso, quando chegamos à cidade, convocamos uma reunião com as pessoas numa tenda grande. Os cristãos vieram, mas também os muçulmanos, a polícia, os soldados e dois funcionários do governo.
Eu fui o pregador. Abri meu Novo Testamento e comecei a ler Mateus 5.1-12. Virei a página e li mais um versículo: “Pois se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também lhes perdoará. Mas se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não lhes perdoará as ofensas” (Mt 6.14-15).
Estava diante de uma cidade que foi toda queimada em uma noite e li isso para eles. Fiz isso porque perdão é a solução. Mas será que a Bíblia para por aí? Não! A Palavra de Deus segue muito além.
Então eu disse a todos eles: “Jesus foi crucificado para levar o pecado de todos, não importa a que religião você pertença. Pregá-lo naquela cruz foi uma coisa terrível que os inimigos de Cristo fizeram a ele. Em Lucas 23.34a Jesus disse: ‘Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo’. Imagine aquela multidão irada, o povo queria destruir Jesus. Aqui também existe uma multidão irada que quer destruir os cristãos, que mata os pastores e queimam as igrejas. Nenhuma das duas multidões enraivecidas pediu perdão, porém, quando olhamos para a cruz, vemos Jesus dizendo: ‘Pai, perdoa-lhes’.”
Naquele momento, apresentei um argumento importante. Claro que os muçulmanos não estavam pedindo perdão, só queriam se livrar das igrejas, mas eu estava ensinando aos cristãos que devemos perdoar. Porque a vida segue e amanhã será outro dia; se não conseguirmos perdoar, a amargura se apoderará do nosso coração. Por isso terminei dizendo: “Nós cristãos perdoamos vocês pelo que aconteceu aqui, porque é o que Jesus nos ensinou na cruz.” Foi uma oportunidade de apresentar a cruz aos muçulmanos.
Depois da reunião, o ministro da justiça veio até meu intérprete e disse: “Eu queria uma cópia desse sermão! Nunca ouvi nada assim na minha vida!” E sendo um juiz, ele sabia bem o que era perdoar ofensores. Ele nunca tinha ouvido que podemos perdoar alguém que não pediu perdão.
Mas podemos, porque temos que dar um passo muito mais adiante do que qualquer outro grupo nesse mundo. Este é o caminho da cruz de Jesus. É assim que devemos ser reconhecidos no mundo. Temos que amar e perdoar; é dessa maneira que conseguiremos ganhar o mundo muçulmano para Cristo.
Trecho escrito pelo Irmão André – fundador da Portas Abertas Internacional – Livro Lições de Perseverança.
*Na versão original, o autor não cita o país em questão por motivos de segurança.
Fonte!Fanzine underground
https://www.portasabertas.org.br

LANÇAMENTO DO MEU LIVRO, EM BREVE

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