sexta-feira, 9 de junho de 2017

Líderes cristãos são forçados a fechar igrejas



Por conta de uma circular de 2008, que exige o registro com a autorização do governo, muitas igrejas estão sendo ameaçadas
O Sri Lanka ocupa o 45º lugar na atual Lista Mundial da Perseguição. Grupos budistas radicais têm uma forte presença no país e os monges continuam a interromper as atividades da igreja, na batalha para tornar o budismo a religião predominante na nação. Os cristãos não são reconhecidos por seus direitos legais e estão financeiramente despreparados para enfrentar acusações jurídicas.

Nos últimos dias, muitos líderes cristãos foram ameaçados e forçados a fechar as igrejas que administram por conta de uma circular de 2008, em que diz que igrejas não registradas não devem permanecer abertas. No mês passado, um deles, Pradeed e sua família enfrentaram um protesto violento contra o funcionamento da igreja que fica no sul do país.

No início do ano, 12 agressores budistas destruíram uma igreja, a oeste do Sri Lanka. Eles estavam armados com bastões de madeira, barras de ferro e facas. Na ocasião, eles obrigaram os cristãos a parar o culto e, como eles se recusaram, então quebraram toda a igreja. Os fieis tiveram que se reunir sob uma árvore para continuar a adoração a Deus.

Pedidos de oração
Interceda pelos nossos irmãos cingaleses e peça a Deus que realize milagres entre eles.
Ore por todos os líderes que estão enfrentando ameaças violentas para fechar as igrejas, que eles permaneçam firmes em seus propósitos, apesar das dificuldades.
Atualmente, um dos líderes fez uma parceria com outro líder de Camboja, a fim de construir um refúgio seguro para meninas que foram forçadas à vida de prostituição. Ore por esse projeto.


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Fonte:
Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos

segunda-feira, 5 de junho de 2017

O que significa ser "infiel" para os muçulmanos


Muitos cristãos são hostilizados em países que defendem o islamismo como única religião e são classificados como infiéis e traidores
Definir o termo "infiel" usado pelos muçulmanos é importante já que milhares de cristãos no mundo são perseguidos pela "infidelidade" ao deus do islamismo. O número de países que rejeitam o cristianismo e hostilizam aqueles que se decidem por Cristo é cada vez maior, bem como o nível de violência que a igreja enfrenta. Atualmente, 50 países que compõem a Lista Mundial da Perseguição, mas há outras nações que já apresentam casos de cristãos sendo presos por causa da fé e até sendo torturados e mortos pelo nome de Cristo.

O cenário dentro desses países mostra a atuação de extremistas religiosos muçulmanos decretando a Jihad (guerra santa ou luta islâmica) contra os "infiéis" e afirmando que "matá-los é uma obrigação de todos aqueles que seguem o Alcorão", assegurando assim um lugar no "paraíso". Mas o que exatamente quer dizer ser um infiel para eles? Em poucas palavras é ser um "não-muçulmano", de acordo com o contexto religioso que vivem ou ainda abandonar o islã para se converter a outra crença.

Leia aqui algumas declarações de extremistas quando realizam algum ataque contra "infiéis" ou quando conseguem o domínio de alguma região:

"Vamos seguir em frente nesta luta, vamos lançar medo e aterrorizar seus corações. A jihad é tão brilhante quanto o sol que brilha no céu. Essa é uma guerra entre muçulmanos e infiéis", disse um porta-voz dos extremistas islâmicos que atua nas Filipinas. Ele conclui sua mensagem com as seguintes ordens aos seus soldados: "Mantenham os infiéis onde quer que eles estejam. Não usem de misericórdia, atinja-os com seus punhais e coloquem fogo em suas casas", declarou o jihadista. 

"Pedimos a Alá que abençoe a operação realizada pelos leões do Califado, pedimos a Alá que mate os cruzados", escreveu nas mídias sociais um apoiador do Estado Islâmico, logo após a explosão em um metrô, na Rússia, em abril. Outro apoiador chegou a dizer que aquele trem era "um atalho para o inferno para os adoradores da cruz".

"Vamos eliminar todos os cristãos do Egito e limpar o Cairo", essa foi uma das frases ditas pelos extremistas do Estado Islâmico, em um vídeo que divulgava um dos ataques suicidas em uma das igrejas no Cairo, que matou mais de 25 pessoas, em dezembro de 2016.

Isso é só uma amostra de como os cristãos são tratados em diversos países do mundo, onde eles são considerados infiéis pelos islâmicos radicais. A igreja no Brasil é livre para orar, louvar e adorar a Deus. Que a nossa liberdade possa ser usada para estender a mão aos nossos irmãos perseguidos. Persevere e interceda por nossa família em Cristo.


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Fonte:
Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos
https://www.portasabertas.org.br

sábado, 3 de junho de 2017

O antes e depois da chegado do Evangelho em Lagoa da Cobra




O Projeto Campos Brancos tem avançado de maneira espantosa no extremo sertão piauiense. Nesse lugar tão seco, o rio da vida tem matado a sede de dezenas de famílias e muitas delas têm sido radicalmente mudadas por Cristo. Nosso Deus está dividindo em duas a história desse lugar: antes e depois da chegada do Evangelho. As amadas missionárias Neide e Vanda tem desbravado essas terras distantes e resgatado muitas almas para Cristo e a creche missionária Peniel unidade sertão tem crescido a cada dia apesar das distâncias e dificuldades. Aqui temos que mandar recursos para comprar água, o alimento das crianças, mandar uma ajuda de custo para as missionárias e ainda socorrer a comunidade em suas carências mais urgentes. Não é fácil, mas temos visto a mão de Deus todo o tempo. Estamos precisando de uma máquina de xerox para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos nessa unidade. Se poder ajudar, colabore. É para a glória de Deus! Ore pelas obreiras dessa unidade, por proteção e por recursos para a ampliação desse trabalho

Fonte: http://missionariakelem.blogspot.com.br

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Morre, aos 90 anos, o pastor Severino Vilarindo Lima

O pastor estava internado há dois meses em razão de uma pneumonia




Morreu, nesta quinta-feira (1º/6), o pastor Vilarindo Lima, fundador da Igreja Batista Central de Brasília (IBCB). O pastor sofria com uma pneumonia há dois meses e, por complicações da doença, estava internado no Hospital Brasília. Seu primeiro neto e presidente da (IBCB), Ricardo Espindola, conta que o quadro do pastor mudou drasticamente nesta última semana. “De repente, ele foi piorando e, como se fosse uma vela, apagando”, relata.

A família se revezava para acompanhar Vilarindo no hospital. O pastor, que era conhecido por suas orações pela cura e milagres, descansou em paz, cercado pelos filhos e pelos netos. O velório vai começar às 17h dessa sexta-feira (2/5), no templo da 603 Sul, e seguirá até as 9h de sábado, quando será celebrada um culto de corpo presente. O sepultamento será às 14h, no Cemitério Campo da Esperança.

Origens
Severino Vilarindo Lima nasceu em Umbuzeiro, cidade do interior de Pernambuco. Guiado pelo versículo “Este é o dia que o Senhor fez, regozijemo-nos e alegremo-nos nele”, descrito em Salmos, o pernambucano superou momentos árduos da infância e ajudou a dar forma à Igreja Batista Central de Brasília.

A trajetória começa em 1926. Primogênito de um filho de coronel e uma cortadora de cana, foi criado pelo avô paterno até os 9 anos e, depois, pela madrinha. A nova família o obrigava a vender balas e os famosos puxas-puxas nas ruas, com o intuito de obter a renda necessária para manter os seis irmãos de criação do pequeno na escola. “O colégio estadual era público. Ainda assim, o preço para poupar as outras crianças do trabalho era alto – envolvia custos alimentícios, de materiais, uniformes, entre outros”, contou Ricardo, neto do pastor, em entrevista ao Correio no ano passado.

A dura rotina não impedia Vilarindo de sonhar com um futuro melhor. O maior desejo, à época, era ingressar em um centro de estudos. Ele chegou, até mesmo, a levar um pequeno caixote de frutas à escola da cidade, para usá-lo como carteira, já que o local não dispunha de infraestrutura para todos os estudantes. O padrasto, no entanto, era completamente contrário a ideia. Na única oportunidade em que pediu para iniciar o processo de aprendizagem, foi agredido. “Em meio à discussão, o homem atingiu meu avô com um faca. Ele, então, fugiu. Passou por muitas dificuldades, mas aquele foi o primeiro passo para a mudança”, afirmou o neto.

A criança adotou Campina Grande (PB) como destino. Foi maltratada nas ruas e passou fome. A situação mudou quando, desmaiado em uma avenida, foi acolhido pela dona de uma alfaiataria. As costuras desenvolvidas pela moça saltaram aos olhos de Vilarindo Lima. Assim, na casa e no local de trabalho de sua criadora, estudou e aprendeu o ofício que praticaria nos anos seguintes.

Juventude
Tempos depois, o jovem, como vários outros, começou a frequentar bares e a beber com frequência. A situação, entretanto, não o impediu de apaixonar-se pela bela Carmem de Araújo. Eles se conheceram em 1945. Durante três meses, trocaram experiências e viveram um grande romance. O curto período de tempo foi suficiente para que decidissem anunciar o casamento. O matrimônio, que durou 64 anos, era regado com muitos mimos. Vilarindo entregava rosas para Carmem todos os dias, além de lembrá-la do tamanho do seu amor. A rotina perdurou até 2009, ano do falecimento da companheira.

Carmem está presente na memória como esposa e mãe dedicada. Foi ela, também, que apresentou Vilarindo ao evangelho. A iniciativa deu certo. Ainda que em segredo, o jovem converteu-se e cultivava um grande amor pela palavra de Deus. A revelação aos conhecidos ocorreu apenas meses depois, em uma briga de rua, na qual Vilarindo afirmou que não bateria em um rapaz, porque era crente.


Saiba mais
Aos 18 anos, Vilarindo mudou-se com a família para Natal e ingressou na Marinha. Para prestar serviços ao Brasil, inicialmente, escondeu o matrimônio. Na força naval, o pastor ministrou cultos, formou-se em administração e jornalismo e cuidou do departamento de alfaiataria. Confeccionava fardas para grandes autoridades, como João Figueiredo, Ernesto Geisel e Juscelino Kubitschek. A força armada rendeu a Vilarindo viagens para Egito e Tenerife e, mais tarde, a mudança para o Rio de Janeiro.

Propósito divino
Vilarindo Lima decidiu trocar o território carioca por Brasília, após a solicitação de Ernesto Geisel. Na capital federal, assumiu um cargo no Estado Maior das Forças Armadas (Enfa), além de posicionar-se como dirigente da alfaiataria oficial da Marinha.

A mudança de cidade, porém, é encarada pelo pastor como um propósito de Deus. Durante a juventude, de acordo com Ricardo, o avô teve uma visão. A mensagem divina era clara: “Você irá para a cidade de edifícios deitados”. Ao abrir as janelas do apartamento onde morava, em 1969, Vilarindo percebeu que a previsão se concretizara.

Em território brasiliense, Vilarindo ajudaria a fundar um dos mais icônicos templos nacionais, além de promover curas entre fiéis. No ano de 1970, o pastor foi convidado por Antônio Martins Villas Boas a frequentar os cultos da Igreja Batista Central (IBC). A reunião contava com a presença de apenas 16 pessoas e, nela, foi lido o Salmo 127. Dois meses após o encontro, em 1970, Vilarindo Lima foi convidado para presidir os trabalhos. No ano seguinte, foi empossado presidente do centro religioso. Nos últimos anos de vida, devido ao Alzheimer, Vilarindo não conseguia ministrar cultos, mas ainda assistia a algumas pregações.


* Estagiária sob supervisão de Mariana Niederauer

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br/

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Uma missão perigosa para os cristãos



Oliver* deixa Bíblias nas portas de famílias muçulmanas durante a noite e arrisca sua vida para espalhar a semente do evangelho 

Oliver* realiza uma missão diferente para o Reino de Deus na Península Arábica. No meio da noite, ele entra em seu carro para espalhar a luz de Cristo, deixando Bíblias nas portas das casas de famílias muçulmanas. Ele se anima dizendo acreditar que a palavra de Deus não voltará vazia. Sem muito barulho, ele carrega uma caixa de papelão com Bíblias em árabe, depois as esconde debaixo dos bancos do carro, ora antes de sair e pede para Deus protegê-lo durante as entregas. Esta é uma missão perigosa.

No país onde ele vive é estritamente proibido tentar converter os muçulmanos ao cristianismo. A distribuição de Bíblias entre eles certamente seria qualificada como ilegal e Oliver poderia ser deportado ou até mesmo preso se algum policial o encontrasse em uma dessas noites.

Mas o perigo nunca o impediu de cumprir sua missão. Ele afirma que faz isso mesmo sabendo que pode lhe custar a liberdade ou a própria vida. É o amor pela palavra que o impulsiona. “Durante os anos que já serviu ao Senhor nesse país, Oliver já viu como é protegido e presenciou muitos milagres logo após a conversão de alguns muçulmanos que se dedicaram a leitura da Bíblia”, conclui um dos colaboradores da Portas Abertas.

Revista Portas Abertas
A edição deste mês conta várias histórias de cristãos que vivem em países da Península Arábica e arriscam suas vidas para pregar o evangelho aos muçulmanos. Deus tem se revelado a muitos e há conversões acontecendo. Se você ainda não recebe a Revista em sua casa, cadastre-se e leia mais testemunhos como esse. Assim, você fica mais próximo da Igreja Perseguida.



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Vivendo o cristianismo em segredo

Fonte:www.portasabertas.org.br

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