domingo, 16 de abril de 2017

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COREIA DO NORTE DIZ QUE ESTÁ PRONTA PARA GUERRA



Coreia do Norte está preparada para responder a qualquer ataque nuclear pelos mesmos meios, garantiu neste sábado (15) o regime de Pyongyang, respondendo indiretamente às declarações do presidente dos Estados Unidos de que o "problema" norte-coreano seria "tratado".

Pyongyang comemorou neste sábado com um desfile militar o "Dia do Sol", data do nascimento do líder fundador da dinastia, Kim Il-Sung (15 de abril de 1912 - 8 de Julho de 1994), avô do atual líder norte-coreano.

Depois de inspecionar a guarda de honra, o atual líder Kim Jong-Un, vestido com um terno preto, supervisionou as tropas que marcharam pela praça Kim Il-Sung, ao lado das mais altas autoridades militares do país.

Depois de uma salva de 21 canhões, dezenas de milhares de soldados da força de infantaria, da Marinha e da Aviação, desfilaram com o passo de ganso, virando a cabeça para o balcão onde o líder norte-coreano estava.

Alguns destacamentos portavam rifles ou lança-granadas e outros tinham óculos de visão noturna e o rosto pintado.
Atrás deles, tanques e armas que preocupam a comunidade internacional: um total de 56 mísseis de 10 classes diferentes, transportados por reboques e caminhões.
Pyongyang tem sido alvo de várias resoluções da ONU que procuram impedir o país de adquirir tecnologia nuclear e balística.

O país asiático, que já realizou cinco testes nucleares nos últimos meses, quer desenvolver um míssil intercontinental capaz de atingir os Estados Unidos, o que, de acordo com o presidente Donald Trump, "não vai acontecer".
Além de celebrar o "Dia do Sol", Pyongyang utilizou o desfile para uma demonstração de força e enviar uma mensagem a Washington, Seul, Tóquio e demais países sobre as suas capacidades militares.

Kim não falou durante a cerimônia, mas o vice-presidente da Comissão dos Assuntos de Estado, segundo na hierarquia do país, fez um discurso desafiador no qual alertou que o país está pronto para reagir a qualquer provocação.

"Estamos prontos para responder a uma guerra total com uma guerra total e estamos prontos para responder com ataques nucleares a qualquer ataque nuclear", declarou Choe Ryong Hae.


Fonte: g1.globo.com
Via/www.espacogospelnews.com.br
 

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Celebre

Converteste o meu pranto em folguedos; tiraste o meu pano de saco e me cingiste de alegria. v.11

Leitura: Salmo 30
A Bíblia em um ano: 1 Samuel 22–24, Lucas 12:1-31
Após receber o seu segundo Oscar, o ator Denzel Washington falou à sua família: “Eu disse a vocês que se eu perdesse nesta noite, iríamos para casa celebrar. E se ganhasse, faríamos o mesmo.” O ator, que é cristão, confiou em Deus tanto nas bênçãos quanto nas decepções.
Um casal cristão que conheço se inspirou nele e seguiu o seu exemplo. A mulher estava se candidatando para um “emprego dos sonhos”, que acabara de surgir na empresa onde ela trabalhava. A entrevista fora boa, mas ela sabia que talvez não conseguisse aquela promoção. O seu marido sugeriu: “Vamos fazer reservas em nosso restaurante favorito, nesta sexta-feira, para festejar — qualquer que seja o resultado.”
Pouco depois, receberam a notícia de que a vaga fora dada para outra pessoa. Mas, na sexta-feira, o casal desapontado celebrou mesmo assim. Enquanto desfrutavam de uma deliciosa comida, puderam contar as bênçãos e renovar a sua fé no Deus que tem em Suas mãos as oportunidades do amanhã.
Quando o salmista contou as suas bênçãos, foi reerguido do seu desespero e louvou a Deus, dizendo: “Converteste o meu pranto em folguedos…” (Salmo 30:11).
Você está enfrentando alguma situação na qual poderia ser desapontado? Por que não programar uma celebração para contar as suas bênçãos, qualquer que seja o resultado?

A dor do desapontamento é amenizada por um coração agradecido.

Fonte:

Igrejas também foram alvo na Índia




A situação para os nossos irmãos indianos nesse período de Páscoa é ainda mais preocupante. Interceda também por eles

No mesmo dia em que duas igrejas foram bombardeadas no Egito, cinco igrejas na Índia, em cinco Estados diferentes também foram alvo, mas de extremistas hindus. Agora as comunidades cristãs estão reivindicando mais segurança para as comemorações de Páscoa, além de pedirem justiça pelo que foi feito. “Modi, como de costume, quer manter uma boa imagem internacional”, disse Roger Gaikwad, um dos líderes cristãos que atua no país.

A Associação Evangélica da Índia divulgou na última terça-feira, uma declaração na qual critica “o foco nos cristãos em dias especiais de adoração, como o Domingo de Ramos e a Páscoa”, como algo condenável. A associação ainda pede ao governo medidas responsáveis que venham reduzir esses ataques. “Incidentes como esses, especialmente durante a Semana da Paixão, são tendenciosos e devem aumentar para as minorias religiosas”, dizia ainda a declaração. Quatro dos cinco Estados em que os incidentes ocorreram são governados pelo Partido Hindu-nacionalista BJP (Bharatiya Janata Party – Partido do Povo Indiano).

Enquanto isso, as chamadas “leis anti-conversão” que, por sua vez, protegem as pessoas contra conversões forçadas, estão proibindo os cristãos de qualquer tipo de evangelismo. O Conselho Nacional de Igrejas na Índia disse que o surto súbito na violência anticristã é um “sinal” de que os grupos nacionalistas hindus querem enfatizar que as minorias, como cristãos e muçulmanos, representam uma ameaça para a nação que privilegia o hinduísmo.



Sobre os incidentes (informações da Comunidade Evangélica da Índia)

Madhya Pradesh (aldeia de Sitabedi, Khandwa)
Extremistas hindus, acompanhados por policiais, interromperam o serviço religioso. A polícia prendeu os pastores e suas esposas, entre outros cristãos, e os levou à delegacia local. Três pastores foram detidos sob a Lei de Liberdade de Religião (lei anti-conversão), e os demais foram libertados naquela noite.

Haryana (cidade de Kaithal)
Os extremistas hindus interromperam o culto de uma igreja liderada por um pastor chamado Yashpal. O grupo “ameaçou e maltratou” os cristãos e depois apresentou uma queixa oficial na delegacia da polícia local, alegando que os cristãos estavam forçando as pessoas a se converterem. A polícia levou os cristãos sob custódia. O inspetor local alegou ter sido “custódia protetora” e que eles foram liberados após as alegações serem consideradas sem fundamento.

Uttar Pradesh (aldeia de Jahanpur, Ghazipur)
Uma multidão espancou Krishna Paul, um líder cristão, e entregou-o à polícia. Ele foi libertado depois que outros líderes locais conversaram com a polícia.

Rajastão (Sri Ganganagar)
Os extremistas hindus interromperam um culto, e o líder cristão Saji Mathew, foi preso e colocado sob custódia policial, junto com outros sete cristãos. Aldeões locais, com a ajuda de um sacerdote hindu, reclamaram para o chefe da aldeia que os cristãos estavam “envolvidos em conversões forçadas”. O chefe da aldeia então assinou uma queixa e entregou à polícia local, que prendeu os cristãos. Depois que outros líderes locais conversaram com a polícia, os critãos foram liberados.

Tamil Nadu (Keeranur, Dindigul)
Funcionários do governo interromperam uma reunião de oração particular na casa de um cristão chamado Gunasekaran. Os funcionários filmaram e tiraram fotos das pessoas orando e depois disseram que deveriam parar. A família de Gunasekaran (cerca de 20 pessoas) costuma se reunir na casa dele todos os domingos, nos últimos 24 anos, para orar. O cristão foi forçado a assinar um pedaço de papel e convocado a comparecer no escritório do governo local, no dia seguinte. A Sociedade Evangélica da Índia observou que as orações são feitas apenas por membros da família, e não por pessoas de fora, e que nenhum sistema de alto-falante é usado durante as reuniões. Ore pela igreja na Índia.

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Cristãos enfrentam a “hinduinização” na Índia
Igreja é fechada por fundamentalistas hindus


Fonte:
Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos
www.portasabertas.org.br

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Ataque na Síria preocupa o mundo inteiro





A Síria é o 6º país na atual Lista Mundial da Perseguição, palco de um verdadeiro caos da guerra civil. Na madrugada dessa sexta-feira, o ataque dos EUA contra a base militar síria atraiu olhares do mundo inteiro para essa nação.

Sobre os últimos acontecimentos, muitos questionaram o motivo pelo qual o governo sírio realizaria um ataque assim. A região é controlada por uma aliança rebelde e pelo grupo jihadista Hayat Tahrir Al-Sham, ligado à al-Qaeda. Informações locais alertam que essa área é frequentemente alvejada pelos dois governos.

Aqueles que se opõem ao governo, afirmam que a Síria foi responsável pelo ataque químico. Por outro lado, jornalistas pró-governo defendem a possibilidade de uma explosão em uma fábrica de armas químicas em Khan Sheikhoun, que teria sido causada por um ataque aéreo ou por acidente. Enquanto não há uma definição, oremos pelos feridos e por aqueles que vivem nas imediações e não têm nada a ver com os conflitos políticos, em especial os cristãos.


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FonteG1, BBC Brasil

Via:www.portasabertas.org.br

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