sábado, 6 de maio de 2017

"Papai, por que as pessoas jogam pedras em nós?"

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 Uma família cristã aceita o desafio de liderar uma igreja, numa cidade remota e hostil ao cristianismo, mas enfrenta grandes desafios
Uma pedra quase atingiu o rosto de Simon* e o menino ficou muito assustado, então segurou firmemente na mão de seu pai, enquanto caminhavam pelas ruas de uma cidade norte-africana. Outra pedra veio em sua direção, mas nenhuma o acertou naquele dia, embora nem sempre tenham a mesma sorte. "Vamos para casa, filho", disse o pai, mas Simon ficou decepcionado, afinal estavam indo tomar um sorvete juntos e o dia realmente estava quente. Muslih* percebeu o olhar triste do filho e entendeu, mas não havia outra opção a não ser desistir do passeio.
"Por que vamos para casa?", o garotou perguntou, mesmo sabendo a resposta. "Para sua própria proteção", disse o pai, que orou em silêncio, dizendo a Deus que não queria ver o filho sofrer assim. Mas a rotina se tornou difícil desde que Muslih foi chamado por Deus para liderar uma igreja que fica a centenas de quilômetros de onde eles moravam. Ele e sua esposa oraram antes, pedindo a Deus orientação, e sabiam de toda a hostilidade e dificuldades que enfrentariam.
Assim que o chamado foi confirmado, a família partiu e, desde então, é alvo de violência. Sempre lançam pedras sobre eles, tentaram incendiar a casa onde vivem e, uma vez, bateram em Fadila*, esposa de Muslih, que foi parar no hospital com muitos ferimentos. Quando pai e filho chegam em casa, depois do breve passeio, Simon então pergunta: "Papai, por que as pessoas jogam pedras em nós? O que fizemos de errado?". E Muslih respondeu: "Nós somos diferentes, filho, porque servimos ao Senhor e seguimos a Jesus. As pessoas desta cidade seguem uma religião e não aceitam que ninguém seja diferente deles", conclui o pai.
*Nomes alterados por motivos de segurança.
Pedidos de oração
  • Ore por essa família que aceitou o desafio de liderar uma igreja num local onde há muita hostilidade e violência contra os cristãos.
  • Interceda pelo pequeno Simon, peça a Deus que o proteja e que lhe conceda uma infância de alegria e bons momentos, apesar da perseguição que já enfrenta.
  • Ore pela Igreja Perseguida na África e pelos trabalhos de evangelização que são realizados lá.
DIP 2017
Você também pode se envolver com os cristãos perseguidos africanos, participando do DIP 2017. O Domingo da Igreja Perseguida é um dia de intercessão aos cristãos ao redor do mundo. Este ano, o evento acontecerá no dia 11 de junho com o tema Juntos pela África. Assista ao novo vídeo e saiba mais.
Fonte:
Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos
www.portasabertas.org.br
 

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Complexo cristão é invadido novamente

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Uma comissão ilegal está vendendo propriedades que pertencem à igreja no Sudão; existem planos que visam diminuir a presença cristã no país
Recentemente, a polícia sudanesa e uma multidão armada ocuparam parte do complexo de uma das igrejas no Sudão. O incidente ocorreu no mesmo local onde o líder cristão, Younan Abdullah, foi morto durante um confronto, no mês passado, quando participava de um protesto pacífico contra a apropriação ilegal de bens. Os fiéis alegam que uma comissão desconhecida passou a dominar, desde 2013, vendendo propriedades que pertenciam a igreja no Sudão a empresários ligados aos governantes.
O composto em Omdurman, que fica no centro da capital Cartum, inclui casas, escritórios e instalações escolares. De acordo com informações locais, a polícia invadiu uma dessas casas, que pertence a um guarda, Azhari Tambra. Ele não estava, mas sua esposa e seus três filhos (6, 4 e 2 anos de idade), foram levados e mantidos na delegacia sob custódia, por 12 horas. Depois disso, foram libertados ilesos, mas todos os pertences deles foram destruídos.
A polícia, com o apoio da multidão, fechou o acesso a uma das áreas do imóvel. A briga pelo complexo continua, sendo disputada entre os cristãos e a comissão ligada ao governo, que pretende comprar as terras onde o imóvel está construído. A organização Christian Solidarity Worldwide (Solidariedade Cristã Mundial) disse que o ocorrido faz parte de uma campanha para "diminuir ou remover a presença cristã no Sudão". A comunidade cristã vem enfrentando assédio desde 2011, quando o governo prometeu adotar a sharia como legislação do país. Continue orando pela Igreja Perseguida.
Fonte:
Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos
www.portasabertas.org.br

quinta-feira, 4 de maio de 2017

Kleber Lucas leva padre Fábio de Melo para pregar em sua igreja

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Para alguns evangélicos o liberalismo que o cantor Kléber Lucas tem levado poderá lhe trazer prejuízos no futuro


Após se envolver em uma polêmica recente onde aparece cantando uma música secular durante o período de louvor em sua igreja, Batista Soul, o pastor e cantor Kleber Lucas continua ‘inovando” em seu ministério, desta vez ele levou um padre para ser o pregador oficial.


O convidado foi o padre Fábio de Melo. Ele fechou a Conferência Soul no último dia 30 e celebrou a participação na igreja de seu amigo.


Veja abaixo mais abaixo o vídeo:



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quarta-feira, 3 de maio de 2017

O ALPINISTA


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Conta-se uma história, até certo ponto intrigante, de determinado alpinista que sonhava em conquistar o topo de uma montanha muito alta. Como o egoísmo batia muito forte nele, preferiu faz-lo só, deixando para trás os companheiros. dizem que durante a escalada, a noite chegou e logo tudo escureceu, de modo que o alpinista não conseguia ver em direção alguma. Ele não havia se preparado para acampar. em meio a negritude, ao tentar se acomodar em uma encosta da montanha, o alpinista escorregou e precipitou-se no abismo. Atraído pela gravidade, sua velocidade aumentava assustadoramente na queda. Via apenas vultos passando a sua frente, enquanto aumentava a sua sensação de que era o fim. Sua vida, suspensa por uma corda, aguardava apenas o que a sorte havia lhe destinado. Relembrava, em fração de segundos, momentos e aventuras de sua existência. Chegou o fim da corda e, com um solavanco muito forte, ficou suspenso na imensidão da trevas. Ele nada mas podia fazer naquele momento de solidão e trevas, a não ser chamar a DEUS. E foi o que ele fez. Ao suplicar a DEUS, uma voz lhe disse: "Corte a corda". Ao invés disso, o alpinista segurou a corda com mais firmeza. Novamente aquela voz lhe disse: "Corte a corda". Conta a equipe de resgate que, no outro dia, encontraram o alpinista morto, congelado pelo frio, com as mãos agarradas asa cordas, quase tocando o solo. Ás vezes, precisamos tomar decisões que testam nossa fé em DEUS. A indecisão, qual a cordas, tem amarrado vidas nas trevas, longe da luz gloriosa de CRISTO. Milhões e milhões, ainda que sem paz, em densa trevas, continuam suspensos, indecisos e frios. Mude! Não seja esse o seu caso. Corte as amarras de sua vida e venha para CRISTO. Recordo agora, daquele ladrão que havia chegado ao fim da corda. Crucificado ao lado de JESUS. Fez seu último pedido: "SENHOR, lembra-te de mim quando entrares no teu reino". Foi a sua salvação, pois a resposta divina não foi outra, senão: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso". (Lc 23.42,43)

                  DEUS abençoe a todos!!

Fonte: Folhetos Alfa & Omega - www.alfaeomega.com.br

terça-feira, 2 de maio de 2017

Justiça concede indenização a empregado evangélico obrigado a ir a missa católia

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O empregado alegou se sentir humilhado e constrangido com a postura do empregador de impor sua presença em eventos de outra religião.

O artigo 5º, inciso VI, da Constituição, assegura o livre exercício dos cultos religiosos, pois considera a liberdade de consciência e de crença inviolável. Assim, obrigar alguém a frequentar culto diverso da sua fé viola a Cnstrituição, dando ensejo à reparação moral.
Com este fundamento, a 2ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (Rio Grande do Sul) reformou sentença que havia negado indenização por danos morais a um ex-empregado da associação de assistência social da Arquidiocese de Porto Alegre. Motivo: ele é evangélico, mas era obrigado a assistir missas católicas. O colegiado arbitrou o valor da reparação em R$ 3 mil.
Convites para cultos
O trabalhador foi contratado como auxiliar de serviços gerais e exercia suas atividades na marcenaria da associação. Segundo ele, mesmo após informar ser evangélico, era convocado a se deslocar até a sede da instituição para assistir a celebrações religiosas em datas comemorativas da liturgia católica.
O empregado alegou se sentir humilhado e constrangido com a postura do empregador de impor sua presença em eventos de outra religião. Quando deixou de comparecer à missa de Natal, chegou a ser advertido formalmente.
De acordo com o empregador, no entanto, a participação nas missas não era obrigatória. Alguns eventos eram realizados na igreja, no horário de serviço, e os empregados que preferissem não ir podiam ficar nos seus locais de trabalho e continuar desempenhando suas funções. Segundo a associação, a advertência foi aplicada ao trabalhador por ele ter se negado a comparecer a um evento comemorativo de encerramento das atividades profissionais no final do ano e não ter ficado trabalhando.
Sentença improcedente
Ao julgar o caso, o juízo da 12ª Vara do Trabalho de Porto Alegre entendeu que não havia elementos nos autos que comprovassem, de forma inequívoca, a ocorrência dos fatos alegados na inicial. De acordo com o juiz Gustavo Jaques, o empregado não conseguiu provar que era obrigado a frequentar as missas ou que teria sofrido represálias por ter faltado a alguma. Além disso, não foi possível apurar as diferentes versões quando à permanência no local de trabalho. Assim, não ficou “evidenciado o dano alegado e não há falar em direito ao pagamento da indenização pretendida”.
Virada no TRT-4
Inconformado com a decisão, o trabalhador recorreu ao TRT-4. O relator do recurso, juiz convocado Carlos Henrique Selbach, deu razão ao empregado, sendo seguido pelos demais membros da turma julgadora. Segundo o magistrado, o documento que registra a aplicação da advertência comprova que a intenção do empregador era repreender o trabalhador por não ter comparecido à missa, pois sequer cita o abandono do local de trabalho.
De acordo com Selbach, ainda que a associação alegue que o autor foi advertido porque se negou a participar da confraternização e também porque não ficou trabalhando, o documento mostra  que a pena foi imposta porque o autor não atendeu a convocação de comparecer ao evento comemorativo de encerramento do ano. ‘‘Fosse o motivo da advertência o fato de o trabalhador ter se negado a participar do evento e a permanecer laborando, já que a missa ocorria durante o expediente, estaria assim registrado no documento’’, complementou no acórdão.
O relator entendeu que o trabalhador merecia a reparação pelo dano moral, já que a conduta do empregador viola a sua liberdade religiosa, um direito assegurado constitucionalmente. Destacou que a atitude do empregador não observa outro mandamento da Constituição, expresso no artigo 3º, inciso I, que “estabelece como objetivo fundamental da República Federativa do Brasil a construção de uma sociedade livre, sendo que a imposição de participar de evento da igreja católica caracteriza desrespeito àquele que possui crença diversa”. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRT-4.
Clique aqui para ler o acórdão.
Processo 0020928-75.2015.5.04.0012
(Consultor Jurídico)


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