terça-feira, 30 de maio de 2017

Pastor John Harper - Pregando o Evangelho no naufrágio do Titanic


Pastor que estava no Titanic morreu pregando durante naufrágio

John Harper entregou seu próprio colete salva-vidas para outro passageiro e continuou pregando o Evangelho até o fim, conforme relatos dos sobreviventes.
Pastor John Harper e o Titanic no porto de Southampton,
na costa sul do Reino Unido, em 10 de abril de 1912.
(Foto: Wikipedia)


Homens de Deus estão em todos os lugares. Um desses homens foi o pastor John Harper, que morreu entre as vítimas do naufrágio do Titanic, em abril de 1912, que afundou depois de atingir um iceberg no Oceano Atlântico.

Harper nasceu em um lar cristão na Escócia, em 1872, e começou a pregar o Evangelho aos 18 anos. Em 1897, se tornou pastor da Igreja Batista Road Paisley, na cidade de Glasgow, e viu a igreja crescer de 25 membros para mais de 500 fiéis.

Na época do desastre do Titanic, Harper tinha 39 anos, era viúvo e estava com a filha de seis anos, Annie Jessie, e sua irmã, Jessie W. Leitch. Juntos, eles estavam viajando rumo a Chicago, em Illinois, nos Estados Unidos, para pregar por várias semanas na Igreja Moody.

Sua filha e sua irmã foram colocadas em um bote salva-vidas e sobreviveram, mas Harper ficou para trás com o objetivo de cumprir sua última missão: perder sua vida para salvar outras.

Em certo momento, o pastor decidiu entregar seu próprio colete salva-vidas para outro passageiro e continuou pregando o Evangelho de Cristo até o fim, conforme relataram os sobreviventes.

No livro “The Titanic's Last Hero” (“O Último Herói do Titanic”), publicado em 2012 por Moody Adams, foi registrado o testemunho do último homem evangelizado pelo pastor.

"Nos cinquenta minutos finais, George Henry Cavell, que estava apoiado numa prancha, se aproximou de John Harper. Harper, que estava se debatendo na água, gritou: ‘Você é salvo?’ Ele respondeu: ‘Não’. Harper gritou as palavras da Bíblia: ‘Creia no Senhor Jesus Cristo e será salvo’. Antes de responder, o homem foi puxado para dentro do mar.

Minutos mais tarde, a corrente trouxe George de volta e eles ficaram à vista um do outro. Mais uma vez, Harper gritou: "Você é salvo?" Novamente, ele respondeu: "Não". Harper repetiu as palavras de Atos 16:31: "Creia no Senhor Jesus Cristo e você será salvo".

Cansado e sem forças, Harper escorregou no mar e morreu afogado. O homem que ele evangelizou depositou sua fé em Jesus Cristo e, mais tarde, foi resgatado pelos botes salva-vidas. Na província de Ontário, no Canadá, George Henry testemunhou que foi o último convertido de John Harper.

O pastor Harper selou em sua morte o que ele tinha vivido ao longo de sua vida: a paixão pelo Evangelho e a preocupação com almas perdidas. Segundo seu irmão, o pastor George Harper, John levou multidões ao Senhor durante sua vida e mostrou a força do Evangelho para o mundo.



Fonte: Guiame
com informações de Evangelical Focus
Via:Aqui eu Aprendi!

terça-feira, 23 de maio de 2017

Jovem cristão é preso e acusado pela polícia local no Laos



Khang* participava de uma reunião cristã em outra aldeia, quando foi surpreendido por policias e acusado de evangelização

No início desta semana, recebemos a informação que um dos alunos da Escola Bíblica foi preso por participar de um culto de adoração no Laos. Khang é de etnia Hmong (grupo asiático conhecido como "povo da montanha"). No dia 21, ele foi para outra aldeia, a fim de participar de uma reunião e a polícia local o acusou, dizendo que o jovem estava ali evangelizando. Não há mais detalhes sobre o ocorrido.

O Laos está na 24ª posição da atual Lista Mundial da Perseguição, onde os cidadãos carecem de liberdade de opinião e de imprensa. Qualquer grupo organizado que não esteja alinhado à ideologia do governo é visto como uma ameaça à preservação do comunismo no país.

Os cristãos que vivem em áreas urbanas possuem mais liberdade de culto do que os que vivem em áreas rurais, onde muitos são assediados e até presos. Mas, no geral, todos os cristãos laosianos enfrentam algum tipo de perseguição por causa da fé em Cristo, incluindo estrangeiros e imigrantes. A violência contra a igreja no país é alta.

Pedidos de oração
Ore por Khang que está preso. Que Deus o fortaleça e que em breve ele possa estar livre novamente.
Interceda pela igreja no país e por todos os cristãos perseguidos.
Peça a Deus que os perseguidores tenham a oportunidade de ouvir falar sobre o amor de Jesus.

*Nome alterado por motivos de segurança.


Leia também
Eles preferiram a fonte de água viva
Jovens decidem evangelizar a tribo Hmong

Fonte:
Portas Abertas - Servindo cristaos perseguidos
www.portasabertas.org.b

A ORIGEM DA IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA

]

A Igreja adventista tem duas origens distintas. A primeira está ligada ao nome ADVENTISTA. Não era para ser uma nova igreja, mas era uma crença na segunda vinda de Cristo pregada pelo pastor Guilherme Miller. A segunda está ligada ao nome SÉTIMO DIA, totalmente contrária a fé de Miller e implantado por uma mulher chamada Ellen G. White.

A crença do adventismo foi iniciada em 1818, por Guilherme Miller, um fazendeiro americano. Sua família foi toda batista. Havia entre seus primos alguns que eram pastores batistas. Mesmo assim desviou-se em 1810, e só regressou depois de ter servido o exército em 1814. Ao aceitar Jesus mergulhou ele num profundo exame da Bíblia. Atraíram-no particularmente as passagens de Daniel e do Apocalipse, levando-o a investigar a data mais provável do fim do mundo.

Já em 1818, fixara Miller a data do fim do mundo (ou advento, de onde vem o nome adventistas), para o ano de 1843. Diz ter ouvido uma voz interior que lhe insistiu: "Vá e di-lo ao mundo". Desde então, ajudado por muitas igrejas batistas, metodistas e congregacionais, proclamava o ADVENTO. Pregou o advento durante dez anos por toda a costa oriental dos EUA. Muitos de seus ouvintes começaram a pregar também. Assim o advento se espalhou como uma febre epidêmica.

Pessoas houve que começaram a preparar o vestuário para o dia da ascensão. Passando o ano de 1843 sem o fim do mundo, o profeta Miller marcou-o para o dia 21 de Março de 1844. Neste dia, milhares de pessoas, vestidas de branco, passaram a noite toda esperando Jesus. Foram decepcionados. Miller descobriu que estava errado. Voltou à sua congregação e pediu desculpas por tão grave erro. Até voltou a ser um pastor batista. Infelizmente o mesmo não se deu com alguns de seus seguidores, que a partir de 1844, formaram o movimento do ADVENTISMO.

De 1844 a 1860, os seguidores de Miller, sendo uma boa porcentagem deles batistas excluídos, foram conhecidos apenas como adventistas. Continuaram na insistência por datas. Quase uma por ano até o ano de 1877.

Entre os fiéis seguidores de Miller estava a senhora Ellen G. White, que, depois de ver fracassadas outras tentativas de marcação de datas, afirmou ter tido visões dos céus que lhe revelaram toda a verdade. Afirmava ela que o santuário de Daniel 8,13-14, está no céu e não na terra. Cristo teria vindo em 22 de Outubro de 1844 a esse santuário celestial. A próxima visão de Ellen foi sobre a guarda do sábado, de onde surgiu o complemento do nome Adventista do Sétimo Dia. Diz a Sra. White que teve uma visão onde havia uma arca no céu e nela estavam escritos os dez mandamentos. Dos mandamentos se destacava o quarto, porque se apresentava dentro de um círculo de luz. Entendeu ela que esse mandamento precisava receber maior atenção que os outros. Sua mensagem foi aceita pelos membros do adventismo e foi assim que surgiu a Igreja Adventista do Sétimo Dia.

***
Fonte:http://solascriptura-tt.org/Seitas/IgAdventista7Dia-TestemunhasJeova-GilbertoStefano.htm
***
Em Cristo,
Mário

Via:http://mario-mca.blogspot.com.br

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Pastor Malafaia responde ao padre Manzotti: “Por qué no te callas?”

Resultado de imagem para silas Malafaia x Reginaldo Manzotti

Líder evangélico afirma ser preconceituosa a visão do pároco sobre o crescimento dos pentecostais no país e questiona uso de dinheiro pela Igreja Católica

O pastor Silas Malafaia, líder da igreja Vitória em Cristo e presidente do Conselho de Pastores do Brasil, rebateu a entrevista dada a VEJA neste fim de semana pelo padre Reginaldo Manzotti. O cantor e escritor católico alfinetou o crescimento dos evangélicos pentecostais nos últimos trinta anos: “A filosofia do ‘me dê um Fusca que eu te devolvo uma Mercedes’ soa bem, embora seja uma balela”.
Em entrevista ao site de VEJA, Malafaia desceu a borduna na fala de Manzotti sobre como o discurso evangélico tem prosperado em classes menos favorecidas: ““Em situações onde faltam saúde, moradia e alimento, qualquer teologia da prosperidade que prometa cura e riqueza em troca de doações funciona”, afirmou o padre. “É uma visão preconceituosa. Para ele, pobre é burro, idiota e sempre enganado. Mas a história mostra que quem explorou os pobres durante séculos não fomos nós, evangélicos, não”, rebateu Malafaia. “Uma pessoa pode até dar um Fusca esperando uma Mercedes, mas se ele não receber o prometido, pula fora”.
Malafaia defende que a igreja evangélica tem crescido em todos os segmentos sociais e cita o bairro de classe média alta onde vive no Rio de Janeiro. Em vinte anos, afirma que o Recreio dos Bandeirantes passou a ter 18 templos evangélicos (antes eram dois) e a igreja Católica permaneceu com apenas um. “De sete meses para cá, todas as vinte igrejas que abri foram longe de favelas, e olha que eu tenho muitas igrejas nestas áreas. Esse padre está precisando andar mais pelo Brasil para ver se nós evangélicos só pregamos para pobre mesmo”.
O líder evangélico faz ainda uma crítica mais conceitual à forma de conquistar fieis utilizada pelos católicos atualmente. “A questão é que a Igreja Católica deixou de pregar o Evangelho que transforma a vida das pessoas. Veja se você vê a Bíblia na mão de um padre”, questiona. “Sabe por que a Igreja Católica não incentiva seus membros a lerem a bíblia? Porque o dia que eles lerem, eles largam. A bíblia não é dos evangélicos nem dos católicos, é a palavra de Deus. E ela condena a idolatria de ponta a ponta”. Malafaia aponta diferenças sobre o uso de dinheiro nas duas igrejas: “O povo evangélico vê que o dinheiro que eles dão para a igreja fica aqui no Brasil, sendo investido na abertura de novos templos. Nós não mandamos bilhões todo ano para cobrir déficit de corrupto no banco do Vaticano”.
Malafaia chega a desafiar Manzotti a abrir as suas finanças. Embora o padre seja um dos maiores vendedores de CDs, DVDs e livros do país, afirma viver de uma herança da família e do salário pago pela paróquia. “Esse padre perdeu a oportunidade de calar a boca. Como disse o rei da Espanha para o Hugo Chavez, “por que não te callas?”. É melhor ele continuar cantando do que ficar falando asneira a respeito da religião dos outros”.


from Portal da Teologia http://ift.tt/2pHpjg0
via IFTTT

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Pastor pede cuidado com uso do humor na pregação do evangelho

Resultado de imagem para ciro sanches zibordi

“O legítimo pregador do Evangelho não deve aparecer mais que Jesus Cristo”, assevera Ciro Zibordi.


O pastor Ciro Sanches Zibordi, ligado a Assembleia de Deus, fez uma publicação em seu blog na quarta (10), pedindo mais reverência aos youtubers cristãos, em destaque aos que usam o humor como ferramenta de trabalho.

Recentemente alguns youtubers, como Vinícius Rodrigues, do canal “Tô Solto”, foram entrevistados no programa “Conversa com Bial”, da Rede Globo. Aproveitando esta participação, pastor Sanches republicou uma entrevista feita com ele para a revista Geração JC, ano XIII, número 106 (CPAD, 2015), tratando do bom senso no uso do humor cristão.

Zibordi citou o exemplo do apóstolo Paulo, que fez uso da comédia em suas cartas. Em 2Coríntios 11.5, ele ironizou os falsos pregadores chamando-os de “excelentes apóstolos”.

Não é errado usar o humor na divulgação e defesa do evangelho, mas sim, usá-lo como meio de autopromoção. “E aí está o grande desvio do alvo, visto que a palavra de Deus ensina: ‘fazei tudo para a glória de Deus’ (1Co 10.31)”, explicou pastor Ciro.

O pastor da Assembleia de Deus de Niterói (RJ), relatou que nas Escrituras não se encontra uma proibição clara ao uso do humor, mas advertiu que “embora não haja proibição expressana Bíblia, quando o empregamos devemos perguntar a nós mesmos: Isso glorifica a Deus, convém aos cristãos e os edifica?”.

Ainda em relação aos produtores de vídeos evangélicos, Ciro concluiu que é necessário respeito com a palavra de Deus, com Jesus Cristo. Todos podem e devem levar a mensagem de salvação, porém, “o legítimo pregador do Evangelho não deve aparecer mais que Jesus Cristo. Seu alvo é apresentar o Evangelho”. O destaque é a mensagem, não o mensageiro.

Encerrando, pastor Zibordi orientou ao jovem cristão que está conectado nas redes sociais, mídias e internet de forma geral. É preciso fazer um uso benéfico das ferramentas virtuais e ter consciência nas atitudes. “Em outras palavras, ele pode fazer tudo o que pensa na internet, desde que pense somente no que é verdadeiro, honesto, justo, puro, amável, de boa fama, virtuoso e louvável”.

from Portal da Teologia http://ift.tt/2r8DASR
via IFTTT

LANÇAMENTO DO MEU LIVRO, EM BREVE

Postagens Recentes