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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Fruto proibido e inocência perdida!

 Resultado de imagem para adão e eva

 Tente imaginar como foi o pior momento da história da raça humana. Adão e sua esposa, Eva, em pé, diante do maravilhoso Jardim do Éden. Banidos. Um anjo com uma espada flamejante garantindo que jamais desfrutassem novamente das caminhadas e conversas com DEUS, da terra sem espinhos ou do delicioso fruto da arvore da vida. Privados para sempre das agradáveis sensações de alegria e segurança que haviam sentido no jardim do Éden. Em lugar desses sentimentos, Adão e Eva eram agora perseguidos por terríveis lembranças de culpa, medo e vergonha.

PARAÍSO PERDIDO

  Por um simples ato de rebeldia contra DEUS, Adão e Eva declararam sua independência. Fizeram muito mais do que simplesmente comer um pedaço do fruto proibido. Num nível mais profundo, eles afrontaram a clara ordem dada por seu Criador. Deram ouvidos a sedutora voz do tentador e sucumbiram em seu próprio orgulho. Desafiaram abertamente o direito que o Todo-Poderoso DEUS tinha de guiar e dirigir suas vidas, quando optaram por exercer poder e autoridade sobre suas próprias vidas.

  As consequências daquela decisão tão deplorável foram catastróficas: maldição, morte, tristeza, e uma vida de dor e arrependimento, não apenas para eles, mas para todos os seus descendentes.
  Em algum momento, Adão e Eva ainda lançaram um último olhar para o jardim e, então, seguiram em frente. Estavam calados? Quem falou primeiro? Será que culparam um ao outro? Ou será que caíram nos braços um do outro?.

O PRESENTE DA ESPERANÇA


Ao refletirem sobre os terríveis e derradeiros momentos no jardim, talvez eles tenham pensado na tristeza da voz de DEUS ao perguntar "onde estás?" A maldição sobre a serpente também deve ter ecoado em seus ouvidos (Gn 3.14,15). De acordo com o que DEUS dissera, a serpente ainda causaria mais dor e sofrimento a raça humana, mas, no final, seria esmagada pela descendência de Eva. Havia um pequeno raio de esperança, uma pequena luz de uma promessa de que o paraíso não ficaria perdido para sempre, uma promessa de um libertador e salvador (cumprida em JESUS CRISTO; veja Gl 3.16,19-26).

  Talvez tenha se lembrado de como o SENHOR graciosamente lhes providenciara agasalho pouco antes da sua partida - uma amostra do amor e da misericórdia de DEUS. Devem ter logo persebido que a perda ocorrida no Éden era tanto deles quanto de DEUS. Quanto mais refletissem, mas ficariam convencido de que DEUS queria restaura-los para si. A longa espera pela salvação prometida por DEUS havia começado.
  Hoje ao contrario de Adão e Eva, não precisamos mas esperar. O dia da salvação já chegou (2 Co 6.2). JESUS já veio para nos salvar de nossos pecados. Se você crer nele, poderá ser reconciliado com o seu CRIADOR hoje mesmo, olhando para a vida futura com ele no paraiso (veja Jo 3.16 e Ap 2.7 para conhecer as promessas de DEUS referentes a vida eterna).


                 DEUS abençoe a todos!!


Fonte: Bíblia de Revelação Profética - Almeida Revista e Corrigida - Sociedade Bíblica do Brasil.

domingo, 9 de abril de 2017

A mensagem do dilúvio



BALELA OU VERDADE?

  Para muitas pessoas, o relato de Noé e da arca não passa de uma singular história infantil sobre um homem esquisito que construiu um barco enorme. Depois de construída a arca, representantes de toda espécie do reino animal foram atraídas a Noé que conduziu todos os animais, aos pares, para dentro daquele barco que nunca havia passado por um teste. A chuva começou, e aquele zoológico flutuante sobreviveu a um grande dilúvio. Depois de todos estes acontecimentos, o feliz grupo de protagonistas se regozija com um estupendo arco-íris, antes que cada siga o seu caminho. Em resumo, esta história é vista, frequentemente, com um apreciado quadro decorativo - figuras graciosas de Noé e da arca, tapetes com desenhos ou jarras em forma de arca decoram as casas de muitas pessoas.

DEUS SE IRRITA E JULGA

  A história de Noé é, antes de qualquer coisa, a história da terrível depravação do gênero humano. De acordo com as escrituras, a maldade do homem havia crescido demais sobre a face da terrar, tanto que DEUS estava "arrependido' (Gn 6.6). Eis aqui uns dos aspectos terríveis da história do dilúvio, um raro vislumbre de emoção divina e vulnerabilidade. Nosso criador estava desapontado e magoado por causa do pecado.
  O dilúvio também é uma história sobre o juízo divino. Não podemos minimizar a cruel realidade do severo veridicto de DEUS sobre os ímpios do tempo de Noé. DEUS proferiu sua sentença de modo claro: "Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei" (Gn 6.7). Uma sentença dura demais? Na verdade, não. Um DEUS santo não podia fechar oss olhos ao pecado, nem tolera-lo. Era necessário tratamento, punição, para que DEUS continuasse a ser DEUS de justiça. É comum nos esquecermos da terrível perda de vidas quando lemos a história de Noé. Nossa tendência é a de nos concentrarmos muito na arca e nos animais, a ponto de esquecermos as águas devastadoras abaixo da embarcação. Abaixo da arca estavam morrendo pecadores - pessoas reais que se encaminharam para uma eternidade distante de DEUS.

A DEPRAVAÇÃO SE ENCONTRA COM A GRAÇA

  Além disso, o dilúvio também é um memorial do amor e da misericórdia de DEUS. "Noé, porém, achou graça aos olhos do SENHOR". (Gn 6.8). DEUS demonstrou sua imensa graça ao escolher Noé e a sua família e salvá-los do julgamento. Muito embora a humanidade inteira merecesse toda a força da ira, DEUS, em sua misericórdia, providenciou salvação.
  Toda a história de Noé é uma maravilhosa visão precursora da salvação definitiva que DEUS providenciaria mais tarde em CRISTO. Após o dilúvio, a raça humana continuou sua rebelião pecaminosa. E DEUS continuou a requerer a justa pena para o pecado: a morte. Mas, na ocasião seguinte, ao invés de providenciar uma arca, DEUS entregou o seu único Filho. Por este ato, ele abriu as portas da salvação, não apenas para uma família, mas a todos aqueles que crerem em JESUS.
  
                    DEUS abençoe a todos!!!

Fonte: Bíblia de Revelação Profética - Almeida Revista e Corrigida - Sociedade Bíblica do Brasil
  

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

A imagem além da imagem



  Um desenho confuso oculta uma imagem em segundo plano, confundindo até o mais cuidadoso observador. Mas quem quer que olhe intensamente para esse desenho, sem se concentrar apenas nas cores superficiais, pode ver surgir diante dos olhos uma imagem ou cena em 3D. A imagem oculta está lá, sempre, logo sob a superfície, mas permanece perdida em meio a confusão de imagens em primeiro plano, a menos que você seja paciente o bastante para procurá-la.

O FILHO LIBERTO DA MORTE
  A imagem de Abraão subindo o monte Moriá para sacrificar o seu amado filho Isaque é bastante similar à ideia desenvolvida acima. A história é direta: muito tempo antes desse episódio, DEUS havia prometido ao velho Abraão um filho e, através desse filho, uma grande nação. Depois de uma longa e agonizante espera, Sara finalmente dera a luz ao filho da promessa.
  Então, DEUS coloca a fé e a devoção de Abraão em uma prova definitiva. Ordenou a Abraão que levasse seu filho ao topo de uma montanha próxima e o sacrificasse ali. Foi um pedido estarrecedor, um tipo de instrução que põe alguém de joelhos, tamanha a surpresa. Contudo, de alguma maneira. Abraão conseguiu reunir coragem e força para obedecer, confiando no poder de DEUS para ressuscitar seu filho (veja Hb 11.17-19).
  Mas a história tem um final feliz. Quando Abraão levanta o cutelo, o Anjo do SENHOR o chama e diz: "Não estendas a tua mão sobre o moço e não lhe faças nada; porquanto agora sei que temes a DEUS e não me negaste o teu filho, o teu único." (Gn 22.12)
  
O MAIOR "ÚNICO FILHO"
  Esta é a história óbvia, na superfície. Qual é, então a imagem escondida? Os comentaristas há muito notaram que este acontecimento ilustra a salvação que DEUS um dia proveria ao mundo através de JESUS CRISTO. As semelhanças são óbvias. Isaque era o único filho legítimo de Abraão; CRISTO é o único filho de DEUS. Abraão amava tanto a DEUS, que não se negou a sacrificar o seu Filho; DEUS amou o mundo com tal intensidade, que entregou seu filho em sacrifício. Isaque não da opôs à vontade de seu pai; CRISTO não se opôs a vontade de DEUS, seu PAI. Isaque carregou a lenha para o sacrifício no monte Moriá; enquanto teve forças, CRISTO carregou sua cruz até o Gólgota. Até mesmo o lugar aonde Abraão levou Isaque para ser sacrificado fica próximo ao lugar onde CRISTO foi crucificado.
  O autor de Crônicas identifica o monte Moriá como o monte onde o templo de Jerusalém foi construído (2Cr 3.1).
  Há, porém, um paralelo ainda mais surpreendente, relacionado a forma utilizada por DEUS para providenciar um substituto para o sacrifício. Próximo ao local do sacrífico, entre os arbustos, estava um carneiro."E foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho." (Gn 22.13). DEUS fez o mesmo por nós! Providenciou não um carneiro, mas o CORDEIRO. Através da sua morte na Cruz, CRISTO tornou-se nosso substituto. Morreu para que pudéssemos viver.
                                     DEUS abençoe a todos!!!


Fonte: Bíblia de Revelação Profética - Almeida Revista e corrigida - Sociedade Bíblica do Brasil.


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